Bolsa de Iniciação Científica no Laboratório de Conservação Preventiva – Inscrições até 01/08

PROJETO: DESENVOLVIMENTO DE ALGORITMOS E RECURSOS TECNOLÓGICOS E COMPUTACIONAIS APLICADOS À CONSERVAÇÃO PREVENTIVA DE COLEÇÕES

ORIENTADOR: PROF. WILLI DE BARROS GONÇALVES
(link lattes: http://lattes.cnpq.br/1965309200847602)

OBJETIVO: Investigar e desenvolver algoritmos e recursos tecnológicos aplicados à conservação preventiva de
coleções de bens culturais, abrigadas em instituições de salvaguarda e pesquisa de acervos como museus,
arquivos e bibliotecas.

CARGA HORÁRIA: 20 horas semanais a serem cumpridas em teletrabalho, durante a vigência da emergência
sanitária da COVID-19, ou presencialmente na EBA/UFMG, em conformidade com o plano para o retorno
presencial de atividades não adaptáveis ao modo remoto da UFMG, disponibilizado no link
https://bit.ly/36JE0lP.

Inscrições até 01/08

Mais informações: Bolsa de Iniciação Científica

CHAMADA 2021 – Rocalha – Revista eletrônica do Centro de Estudos e Pesquisas em História da Arte e Patrimônio da UFSJ

Texto: Divulgação

DOSSIÊ TEMÁTICO I – História da Arte – arquitetura, pintura e escultura no contexto luso-brasileiro (séculos XVII-XIX)

O campo da história da arte, sobretudo o universo da arquitetura, da pintura e da escultura (em suas variadas feições e inflexões), continua a ser uma rica e inesgotável fonte de conhecimento acerca da dinâmica cultural e visual do passado. Numa perspectiva de longa duração, o presente dossiê visa agregar pesquisas em torno da produção artística no espaço luso-brasileiro desde o século XVII até o XIX, explorando novas contribuições dentro dos eixos propostos. A temática ampla que ora apresentamos busca dar espaço a pesquisas concluídas ou em andamento a propósito de aspectos da arquitetura, pintura e escultura luso-brasileiras, assim como de temas que vinculem essas expressões artísticas aos campos da cultura e do espaço cultural, da iconografia, dos debates teóricos, da cultura material e da história social. Tal amplitude enseja ainda trazer à luz objetos pouco privilegiados pela história da arte em sua forma tradicional (p.ex., mobiliário, vestuário, tapeçaria, cerâmica), abrindo-se a abordagens interdisciplinares e à atualização dos debates.

DOSSIÊ TEMÁTICO II – Patrimônio: entre o material e o imaterial – história, políticas, narrativas e memória

O campo do patrimônio, mais que um coadjuvante da história e da arquitetura, mostra-se uma importante ferramenta para a compreensão das dinâmicas humanas em torno do espaço edificado e das expressões culturais (sejam elas materiais ou imateriais). Polissêmico, amplo e plural, o termo ‘patrimônio’ engloba uma miríade de perspectivas, de objetos e manifestações. O presente dossiê visa abrir espaço para pesquisas concluídas ou em andamento que enfoquem questões relacionadas ao patrimônio material e imaterial em sua pluralidade de abordagens: história, narrativas, memória, políticas e metodologias.

Prazo de submissão: do dia 18\05 a 16\08\2021

O artigo\resenha deve ser enviado em formato WORD para o endereço eletrônico: rocalha.cephap@gmail.com

Revista Rocalha – https://ufsj.edu.br/cephap/rocalha_-_revista_eletronica.php

Chamada – 2021 – https://ufsj.edu.br/cephap/chamada_2021.php

Normas de submissão – https://ufsj.edu.br/cephap/submissao.php

Inscrições abertas para curso da UFMG sobre recepção teatral e estudos do espetáculo

Texto: Assessoria de Imprensa da UFMG

A Faculdade de Letras (Fale) da UFMG está com matrículas abertas para o curso on-line Recepção teatral e estudos do espetáculo. Promovido pelo Centro de Extensão (Cenex/Fale), o curso acontece entre outubro de 2021 e fevereiro de 2022, sempre às segundas-feiras, das 19h às 21h. As inscrições ficam abertas até o dia 20 de agosto, pelo site de Cursos e Eventos da UFMG. Haverá emissão de certificado para os participantes.

O objetivo da atividade é oferecer diferentes perspectivas para a leitura da cena teatral, a partir da fruição e discussão de espetáculos pré-selecionados. O curso está voltado a pessoas interessadas em teatro, com pouco ou nenhum conhecimento prévio sobre essa linguagem. A intenção é valorizar a experiência do espectador, a partilha de percepções e o estímulo ao olhar crítico sobre as criações cênicas, além de fornecer instrumentais para a observação e análise de espetáculos. Durante a pandemia, serão abordados, prioritariamente, espetáculos de teatro on-line. As aulas serão ministradas por Julia Guimarães, crítica teatral e professora na área de Literaturas e Outras Artes da Fale.

O curso integra as ações do programa de extensão Mirante – recepção e expectação teatral, que visa estimular a fruição das artes cênicas entre públicos diversos. Concebido pelas professoras da Fale Elen de Medeiros, Julia Guimarães e Tereza Virgínia, o programa Mirante tem como objetivo a ampliação, diversificação e qualificação de espectadores de teatro.

 

53º Festival de Inverno UFMG divulga programação gratuita completa

Texto: Assessoria de Imprensa do 53º Festival de Inverno UFMG

De 23 a 31 de julho, acontece o 53º Festival de Inverno UFMG. A programação completa do evento, que é referência nacional, já está disponível para consulta no endereço www.ufmg.br/festivaldeinverno. Durante nove dias, o festival promoverá diálogos e apresentações culturais de diversas vertentes, em uma programação gratuita e aberta ao público, em formato on-line. Toda as atividades culturais do 53º Festival de Inverno UFMG serão exibidas pelo canal no YouTube da Diretoria de Ação Cultural da UFMG.

Sob o tema Escutas e Vozes dos Brasis, a edição 2021 do festival aborda os impasses do Brasil contemporâneo ao rever os 100 anos do modernismo, tendo em vista as comemorações do centenário da Semana de Arte Moderna de 1922. A programação foi planejada em conjunto pela Diretoria de Ação Cultural da UFMG e pelo projeto MinasMundo. O projeto, formado por uma rede de pesquisadores de diversas universidades nacionais e internacionais, busca rever os sentidos do Modernismo em diferentes linguagens artísticas, intelectuais e políticas, a partir da viagem dos modernistas para Minas Gerais em 1924.

A proposta desta edição é investigar o fenômeno do modernismo em sua complexidade, refletindo sobre seus paradoxos e contradições, assim como as visões e projetos de país que moldaram o Brasil contemporâneo. Para isso, foram convidados artistas, escritores e pensadores, formando um panorama de vozes plurais que revelam a emergência de ideias que apontam para a superação das tensões culturais do momento. “Por meio de atividades artísticas e seminários, o Festival busca olhar para o modernismo a partir das tensões contemporâneas do Brasil, apostando na necessidade de escutar as vozes que defendem a democracia, a justiça social e a necessária transformação do país, baseada em novos valores e pactos, na busca por outras poéticas, economias, políticas, sociabilidades”, afirma Fernando Mencarelli, diretor de Ação Cultural da UFMG e coordenador do Festival, ao lado de Mônica Ribeiro.

O público poderá acompanhar essas e outras discussões em uma programação diversificada com rodas de conversas e palestras, além de duas oficinas, todas elas com direito a certificado de participação. Na programação também estão previstas 13 atrações artísticas – espetáculo teatral, apresentações musicais e performances, além de encontro poético entre Arnaldo Antunes e Lucia Castello Branco.

Abertura

A abertura do Festival, no dia 23 de julho, sexta-feira, será às 18h30, com palestra e encontro da escritora e professora de literatura Eneida Maria de Souza, com o escritor Silviano Santiago, para discutir sobre seu novo livro, Menino sem passado.

Na sequência, às 20h15, o público assiste ao encontro poético entre a escritora Lucia Castello Branco e o compositor, cantor e poeta Arnaldo Antunes. A conversa parte do livro recentemente publicado por Arnaldo pela Companhia das Letras, Algo Antigo, e caminha em direção à leitura expandida da múltipla obra do poeta, em interseção com o tema do Festival deste ano.

Atrações artísticas – música, dança, poesia e teatro

No sábado, 24, às 19h45, o público poderá conferir o espetáculo teatral Luiza Mahin… eu ainda continuo aqui, produzido pela artista Cyda Moreno, que aborda a questão do extermínio da juventude negra no país, com inspiração na obra da heroína da Guerra do Malês, Luiza Mahin.

No dia 26, segunda-feira, às 18h30 a programação artística terá início com a performance do artista multimídia e curador independente, Jaider Esbell. Às 21h será exibido a primeira Textura Sonora, trabalho de montagens criativas que reúnem voz, músicas, sons e texto, promovido pelo projeto MinasMundo, com concepção e montagem por Sérgio Bairon. A temática das texturas une passagens do livro O Recado do Morro, de João Guimarães Rosa, aos sons, cantos e rituais da região de Cordisburgo, Jequitibá e entornos. Com cerca de cinco minutos cada, as texturas sonoras estreiam nas noites dos dias 26, 27, 28, 29 e 30.

Logo após a exibição da primeira Textura Sonora, no dia 26, às 21h05, ocorrerá a exibição do vídeo-manifesto Modernismo por MinasMundo, curta-metragem com direção de Fábio Seixo, seguido de conversa sobre o filme com André Botelho, Maurício Hoelz e Lucas van Hombeeck.

No dia 27, às 21h05, será exibido o filme Fonte de Cura, com direção de Jack Diniz que aborda costumes religiosos, e a importância cultural de povos tradicionais e de retomar a ancestralidade passada entre gerações, e como influenciam na constituição do Brasil contemporâneo.

No dia 28, às 21h05, acontecerá a primeira transmissão da série Conversas Musicais, com curadoria do Conservatório UFMG. Com o título Conversas musicais: Trilha, Toada e Trupégrupo A Barca, o encontro terá a apresentação musical e conversa entre os músicos sobre suas composições, memórias musicais e de seus processos de criação. O grupo A Barca cria arranjos e composições inéditas inspiradas nas manifestações populares e nas trocas realizadas com comunidades e artistas da tradição de todo o país.

No dia 29, também às 21h05, ocorrerá a exposição e conversa sobre a mostra Alphabeto, do artista Mário Zavagli, através da live Diálogos Artista e Curador: Alphabeto, de Mário Zavagli, do Centro Cultural UFMG. A mostra será debatida com a presença de seu criador e dos curadores Fabrício Fernandino e Douglas de Freitas.

No dia 30, sexta-feira, às 20h35, Toninho Horta é a atração artística da série Conversas Musicais. Nesta edição, Mauro Rodrigues conduz uma entrevista-show com o artista, que apresenta canções emblemáticas de sua carreira e músicas que foram referências para a sua trajetória.

O último dia de Festival, no dia 31 de julho, sábado, às 21h, acontecerá o show de encerramento de Titane e Makely Ka, sendo a última atividade da série Conversas Musicais. Na ocasião, de temática Os sertões de Rosa e Elomar, os músicos se reencontram no palco do Conservatório da UFMG para apresentar canções que dialogam com a obra e o universo musical e literário do escritor João Guimarães Rosa e do compositor Elomar Figueira Melo, além de conversarem sobre as experiências de suas viagens no sertão de Minas e Bahia.

Palestras e rodas de conversa

O Festival também promove discussões em torno dos cem anos do modernismo e sua reverberação no Brasil contemporâneo, por meio de palestras e rodas de conversa com artistas, pesquisadores e pensadores indígenas, negras, negros, dos saberes tradicionais e de diferentes áreas de conhecimento.

No sábado, dia 24, às 17h, ocorre a roda de conversa Cinema entre mundos: a viagem, o sonho e a retomada da terra, entre os cineastas indígenas Patrícia Ferreira, também professora e da etnia Mbyá-Guarani, e Alberto Alvares, da etnia Guarani Nhandewa. Em seguida, às 18h30, acontecerá a palestra Teatro Negro: poéticas, por Leda Martins.

Para o público que gosta de poesia, no dia 26, segunda-feira, às 17h acontecerá a roda de conversa Poéticas Insurgentes com mediação dos professores Leda Martins, Fabrício Fernandino, editores da revista cultural do Centro Cultural UFMG Guaícurus, e os escritores poetas Edimilson de Almeida Pereira, Sebastião Nunes e Sueli Maxacali. Logo após, às 19h30, ocorrerá a roda de conversa Mário de Andrade, modernista mineiro com os professores André Botelho (UFRJ) e Helena Bomeny (Uerj).

No dia 27, às 17h, a roda de conversa Memória 1972: comemorações dos 50 anos do Modernismo, com os pesquisadores Luiz Costa Lima, Eduardo Jardim de Moraes e Myriam Correa de Araujo Avila consta na programação. Em seguida, às 18h30, acontecerá a palestra A poesia, ninguém segura mais, por Heloisa Buarque de Hollanda e Eduardo Coelho. A atividade, às 19h30, que encerra a programação de debates do dia, será a roda de conversa Ecos e desvios do modernismo entre o artista antropófago Denilson Baniwa e a professora e artista Naine Terena.

No dia 28, quarta-feira, às 10h, a primeira atividade do dia será a roda de conversa Reflexos da Semana de Arte Moderna na música hoje entre os pesquisadores Flavia Toni e Walter Garcia. Na parte da tarde, às 17h30, acontecerá a palestra Literatura, raça e representação, com o escritor Jeferson Tenório. Logo em seguida, às 18h30, a palestra de título A cena – um lugar de acontecimentos e de confluência, será ministrada por Maria Thaís Lima Santos. E por fim, às 19h30, a roda de conversa Exuzilhadas: uma conversa com Cidinha da Silva, em que a escritora mineira se encontra com o professor da Universidade de Princeton, Pedro Meira Monteiro.

No dia 29, quinta-feira, às 17h, ocorrerá a roda de conversa A memória e o mundo: Arcadio Díaz-Quiñones, a brega e a memória rota, em que o professor Pedro Meira Monteiro conversa com Arcadio Díaz-Quiñones, ambos professores da Universidade de Princeton, sobre os conceitos de “memória rota” e a “arte de bregar”. Em seguida, às 18h30, pesquisadores pertencentes da comunidade indígena Xakriabá, Célia Xakriabá e Edgar Kanaykõ Xakriabá, estarão na roda de conversa com o tema Epistemicídio. Logo após, às 19h30, acontecerá a roda de conversa Atlas Minas Mnemosyne Mundo, projeto da rede de pesquisadores MinasMundo, entre os pesquisadores Paulo Maciel e Maurício Hoelz.

A programação do dia 30, sexta-feira, se inicia às 10h com a roda de conversa Literatura e música popular: Minas, modernidade e cosmopolitismo, com os pesquisadores Alexandre Faria e Júlio Diniz. No fim da tarde, às 17h, acontecerá a roda de conversa Restauração e enxertia: formas da memória em Pedro Nava e Silviano Santiago com os pesquisadores Wander Melo Miranda e Marília Rothier Cardoso. Em seguida, às 18h30, a palestra Rever Macunaíma por Jaider Esbell, retoma o seu trabalho que combinam discussões interseccionais entre arte, ancestralidade, espiritualidade, história, memória, política e ecologia. Por fim, às 19h30, ocorrerá a roda de conversa Sertão Mundo: os desafios da montagem de uma exposição virtual, com a curadora da exposição e professora, Claudia Campos Soares e professores convidados.

No último dia de evento, 31, sábado, às 17h, acontecerá a roda de conversa Texturas Sonoras: Guimarães Rosa e a cultura oral. Logo em seguida, às 18h30 a roda de conversa será Processos Criativos Decoloniais, com a artista e escritora Castiel Vitorino, a pesquisadora Juhlia Santos e o artista Jack Diniz. Logo em seguida, às 19h30, a roda de conversa Sentimentos de Brasis em Cena, será entre a atriz paraibana Zezita Matos e o diretor e dramaturgo Jota Dangelo.

Oficinas

O 53º Festival de Inverno UFMG promove ainda duas oficinas gratuitas e abertas ao público. As duas atividades oferecem certificado de participação.

Voltada para o público infanto-juvenil, a partir dos 9 anos, a oficina Colorindo o mundo: autorretratos com Anita Malfatti e o Sertão acontece nos dias 26 e 28 de julho, das 14h às 16h, pelo Zoom. As inscrições estão abertas no link: https://bit.ly/3AU3cE0. Na atividade, os participantes irão construir autorretratos, utilizando de fundo a paisagem do Sertão, tão presente nas obras de Guimarães Rosa, com materiais disponíveis em casa, como lápis, papel, tecido, linha, entre outros de livre escolha. Serão dois dias de produção, sendo que os inscritos podem participar de apenas um dia ou dois dias.

31 de julho | Oficina

No último dia do Festival, 31, às 15h, os músicos do grupo paulista A Barca realizam uma oficina aberta no YouTube, com o intuito de resgatar os fundamentos que perpassam as tradições do congado mineiro e, em especial, sua musicalidade. A atividade Criação em diálogo com a tradição: A Barca encontra mestres do congado tem 1h30 de duração e conta também com a participação dos mestres Dirceu e Luiza Ferreira, da Irmandade de Nossa Senhora do Rosário de Justinópolis. Não é necessária inscrição prévia.

Mais informações em www.ufmg.br/festivaldeinverno.

Sobre o Festival

O Festival de Inverno UFMG, criado em 1967, é realizado anualmente pela Diretoria de Ação Cultural da UFMG. Tradição da capital mineira e referência nacional, o objetivo do evento é promover uma interlocução entre universidade e sociedade, aliando arte e cultura contemporânea de ponta às manifestações culturais regionais.

Com 55 anos de existência, ele se consolidou em Belo Horizonte em 2014, após passar por cidades como Ouro Preto, Diamantina, São João del Rei e Poços de Caldas. O Festival favoreceu o nascimento de grupos artísticos como o Galpão, Corpo, Oficcina Multimédia, e Uakti. Sua realização em Belo Horizonte também inspirou a formação de outros festivais, como o Internacional de Dança (FID) e o Internacional de Teatro (FIT).

Em junho deste ano, recebeu da Associação das Universidades do Grupo Montevidéu (AUGM), o diploma de distinção em razão das boas e inovadoras práticas da UFMG no âmbito da colaboração com governos locais. Esse reconhecimento, na categoria Gestão cultural, reforça o histórico de ações potentes e transformadoras que o evento promove na área da cultura universitária e seus impactos e repercussões sociais.

Acesse a programação completa pelo site https://www.ufmg.br/festivaldeinverno/

Acompanhe o Festival de Inverno UFMG:

No Instagram: festival_ufmg

No Facebook: festivalufmg

No Twitter: @festivalufmg

Aula aberta da UFMG aborda ‘como salvar o futuro”, com André Carvalhal

Texto: Assessoria de Imprensa da UFMG

Com a intenção de colocar em pauta as questões da Agenda 2030 da Organização das Nações Unidas (ONU), o curso Design de Moda da UFMG recebe em sua aula aberta o pesquisador André Carvalhal. A iniciativa surgiu a partir das questões da pesquisa de iniciação científica Moda, Crime & Desastre: dispositivos da moda e estratégias da arte ao fio do tempo. A aula será transmitida ao vivo nesta quarta-feira, dia 14 de julho, às 19h, pelo canal Design de Moda | UFMG.

A pesquisa está integrada aos conteúdos da AAC Moda, Estilo & Inovação Social, ministrada pela professora Angélica Adverse. “Nesse encontro, nós vamos refletir a respeito da necessidade de mudança da ética do presente a fim de transformar os cenários históricos no futuro. Partindo do livro intitulado Como Salvar o Futuro: ações para o presente (2020), nós iniciaremos uma conversa sobre a construção coletiva da nossa realidade, tomando como ponto de partida a problematização sobre moda como processo de inovação social. Como nos é apresentado pelo livro de Carvalhal, discutiremos a nossa história atual, os desafios contemporâneos do presente e os aprendizados coletivos que possam indicar alternativas para salvar o futuro”, explica.

“O  futuro é cada vez mais incerto. Pela primeira vez em nossa vida, estamos nos deparando com uma possibilidade tangível de cancelamento do futuro. E o que vai restar só pode ser previsto por meio de um número sem fim de cenários e possibilidades, que combinados e recombinados resultam em uma quantidade de hipóteses que eu nem sei como calcular”, destaca André Carvalhal.

 

Minibio

Escritor, consultor e especialista em design para sustentabilidade.

Autor dos best-sellers A Moda Imita a Vida, Moda com Propósito, do livro finalista do prêmio Jabuti 2019 Viva o fim e do mais recente, Como salvar o futuro.

Caed/UFMG abre inscrições para cursos de extensão sobre temas ligados à EaD, até dia 18/7

O Centro de Apoio à Educação a Distância (Caed/UFMG) abre inscrições, de 14 a 18 de julho, para cinco cursos de extensão, on-line e gratuitos: Introdução à Educação a Distância, Introdução à Webconferência na EaD, Noções Básicas de Direitos Autorais, Introdução à Acessibilidade na EaD e Introdução à Audiodescrição em Sala de Aula.

As formações, autoinstrucionais, abordarão noções introdutórias de temas ligados à EaD, terão carga horária de 15 horas ou 20 horas e conferirão certificado aos concluintes. As aulas serão ministradas pela plataforma Caed Virtual entre 2 e 31 de agosto, para os três primeiros cursos, e de 1º a 30 de setembro, para os dois últimos.

Inscrições

As inscrições, abertas ao público em geral, vão das 9h do dia 14 às 17h do dia 18 de julho, e devem ser feitas exclusivamente por meio de formulário eletrônico disponível na página do Caed,

As 500 vagas, 100 para cada curso, serão preenchidas por ordem de inscrição. Os candidatos devem optar uma única opção, que não poderá
ser alterada, conforme edital de seleção.

O resultado final da seleção será publicado na página do Caed, https://www.ufmg.br/ead, no dia 23 de julho.

Informações: pedagogico@caed.ufmg.br.

 

Centro Cultural UFMG realiza roda de diálogo ao vivo sobre fotografia e seus deslocamentos – 14 de junho – 19h30

Texto: Comunicação do Centro Cultural UFMG

Na próxima quarta-feira, dia 14 de julho de 2021, às 19h30, o Centro Cultural UFMG transmite em seu canal do YouTube uma roda de diálogo ao vivo com o tema “A fotografia e seus deslocamentos”. A partir das obras da exposição coletiva “Como viver de arte?”, as curadoras Anna Karina Bartolomeu e Patrícia Azevedo e os participantes André Delfino e Gabriela Guimarães realizam um debate sobre os modos de funcionamento da fotografia e seus possíveis deslocamentos, inquietudes e provocações em fricção com outros campos.

No trabalho intitulado “Serra do Gandarela: o lugar que poucos conhecem”, André Delfino explora os limites da imagem fotográfica, pondo em articulação noções de in/visibilidade e legibilidade através da justaposição de fotografias de paisagem e elementos como gráficos, mapas, texto, entre outros. Gabriela Guimarães apresenta “Sonho cascata”, onde sua personagem Margarete habita um universo atravessado por “memória, registro e ao mesmo tempo fabulação”, um enredo enriquecido pela fotoperformance. Este encontro entre obras, artistas e curadoras propicia um espaço instigante para uma boa conversa ao redor do jogo, da montagem e do que se esperar das fotografias.

A live é aberta ao público, sem necessidade de inscrição prévia, com transmissão ao vivo pelo YouTube, viabilizando interação através de perguntas e comentários. O encontro faz parte do projeto Bordas de Imagem, uma série de rodas de diálogo mediadas pelo professor e fotógrafo Eduardo Queiroga, que buscam abordar questões contemporâneas da fotografia, partindo de articulações entre o fazer artístico e a pesquisa acadêmica, atravessando fronteiras, contrabandeando ideias, abrindo fissuras entre prática e teoria.

Sobre os convidados:

Anna Karina Bartolomeu é pesquisadora e professora associada do Departamento de Fotografia e Cinema da Escola de Belas Artes da UFMG. Tem Mestrado em Artes e Doutorado em Comunicação Social, ambos pela UFMG. Integra o grupo de pesquisa Poéticas da Experiência, do Programa de Pós-Graduação em Comunicação (FAFICH-UFMG), onde desenvolve pesquisa sobre a potência poética e política do vestígio nos domínios da fotografia e do cinema. Participou da equipe de curadoria de exposições no Festival de Fotografia de Tiradentes e no Museu Casa Padre Toledo. É coeditora da revista Devires – Cinema e Humanidades. Foi Coordenadora do Campus Cultural UFMG em Tiradentes entre 2014 e 2018 e atualmente é Superintendente Cultural da Fundação Rodrigo Mello Franco de Andrade.

Patricia Azevedo é artista visual, formada em Filosofia pela Université Paris VIII, com Mestrado em Filosofia Política e Doutorado em Artes Visuais, ambos pela UFMG, onde é professora. Desenvolve projetos colaborativos em diferentes mídias, investigando relações de linguagem, território e poder, trabalhando no espaço público da cidade ou na própria mídia, um trabalho marcado pelas relações que se estabelecem entre as pessoas e o ato comunicativo. Participou de exposições e publicações em âmbito nacional e internacional. Compõe a equipe de curadoria das exposições do FIF BH – Festival Internacional de Fotografia de Belo Horizonte e é membro do comitê diretor da rede internacional de pesquisa The Fast Forward Women in Photography, coordenado por Anna Fox.

André Delfino é formado em Produção Multimídia pela PUC e Cinema de Animação e Artes Digitais pela UFMG. Tem como área de atuação a fotografia e o design. Participou das exposições coletivas Foto-topólogos – Paisagens e Territórios (Espaço F, EBA-UFMG), OcupaEBA (Galeria da EBA e Reitoria da UFMG), Beagá Multifacetada (Casa do Baile), Festeja Tradição Mineira (Minas Ninja), Minas 300 Anos (ALMG) e Como viver de arte? (10º Festival de Fotografia de Tiradentes). Realizou ainda a exposição individual Mandela (EBA-UFMG). Além disso, foi monitor do 50º Festival de Inverno da UFMG, voluntário do 3ª Festival Internacional de Fotografia de BH e é membro do coletivo fotográfico Fotorizontinos.

Gabriela Guimarães é formada em Literatura Alemã pela Faculdade de Letras da UFMG (2011). Realizou sua primeira exposição individual A pele só é pele quando tocada no Container do Museu Deichtorhallen, Internationale Kunst und Fotografie Hamburg, Alemanha (2020). Atualmente o seu trabalho Margarete in Amerika compõe a exposição Amerika in Hamburg no site do Museu Deichtorhallen (2021). Cursa Master of Fine Arts em Filme na HFBK Hamburg e segue a sua busca por experiências e narrativas fictícias a partir do encontro com o outro, o ser flâneur, com sua personagem Margarete (2017). Este ano apresentou seu primeiro curta Margarete não foi assassinada (2021) e Bonjour Madame, um programa sobre neocolonialismo e mundo pop conduzido por sua personagem Ruth (2021).

A fotografia e seus deslocamentos 
Roda de diálogo ao vivo com Anna Karina Bartolomeu, Patrícia Azevedo, André Delfino e Gabriela Guimarães.
Data: 14/07/2021
Horário: 19h30
Local: https://www.youtube.com/c/CentroCulturalUFMG
Aberta ao público