Sara Não Tem Nome e Pedro Veneroso lançam show de som e luz pelo Circuito Cultural UFMG

Texto: Diretoria de Ação Cultural

Sobrevivência dos vagalumes é o nome do show que Sara Não Tem Nome e Pedro Veneroso estreiam na próxima quarta-feira, 15 de julho, às 19h, no www.youtube.com/culturaufmg. A ação faz parte do Circuito Cultural UFMG #em casa, projeto da Diretoria de Ação Cultural da UFMG que tem lançado, semanalmente, apresentações virtuais com artistas que vêm se destacando na cena belo-horizontina.

Pedro e Sara moram juntos e prepararam um show inédito de luz e som, que conflui seus trabalhos em diversas áreas das Artes. Pedro usa circuitos eletrônicos para animar lâmpadas e criar a cenografia do show, enquanto Sara apresenta um repertório variado de suas composições. O show propõe uma imersão em uma realidade fantástica ressignificando temas e objetos cotidianos.

Sara, que também é artista visual, começou a trilhar a carreira musical em 2014. Seu primeiro álbum, Ômega III, foi bem recebido pela crítica, chegando a ganhar o Prêmio Dinamite de melhor álbum de música Pop em 2016. Considera pela imprensa uma das melhores cantoras do pop alternativo, circulou por diversos festivais de música, como a Virada Cultural de São Paulo e de Belo Horizonte, em 2017 e 2018. Em 2019, fez sua primeira turnê internacional, com shows em Portugal e na Finlândia, e foi premiada no Festival da Canção de Ouro Preto.

Pedro é doutorando em Artes, mestre com distinção em Estudos Literários e bacharel em Artes Visuais, pela UFMG. Ele investiga as interseções entre a arte, ciência e tecnologia a partir de perspectivas práticas e teóricas. Atualmente, pesquisa as aplicações dos sistemas complexos e da teoria das redes nas experiências humanas do espaço-tempo em ambientes virtuais e concretos. Participou de exposições nacionais e internacionais em instituições como o Museu de Arte Moderna do Rio, o Museu da Imagem e do Som e o Red Bull Station em São Paulo, o Museu de Arte da Pampulha e o Palácio das Artes, o Jingxi Province Museum na China, entre outros.

 

Circuito Cultural UFMG #emcasa – Sobrevivência dos vagalumes – apresentação virtual de Sara Não Tem Nome e Pedro Veneroso

Data: 15 de julho

Horário: 19h

Onde: www.youtube.com/culturaufmg

Revelação do rap, Laura Sette lança show virtual pelo Circuito Cultural UFMG

Original e diferenciada, Laura Sette é a artista que estrela o Circuito Cultural UFMG #emcasa na próxima quarta-feira. O pocket show solidário ‘Corpo, Alma e Consequência’ leva o nome do seu primeiro EP, lançado em 2019, e será lançado dia 8, às 19h, no canal da Diretoria de Ação Cultural da UFMG no YouTube (www.youtube.com/culturaufmg). Além de levar arte para o público durante a quarentena, a apresentação participa da campanha de financiamento coletivo dos hospitais gerenciados pela universidade, #ColaboreHospitaisUFMG.

Laura vai do funk ao rap, passando por uma sonoridade que remete ao R’n’B e trap. Após um ano lançando singles com experimentações audiovisuais e lyric vídeos, ela lançou um EP, que foca no dualismo de sentimentos que uma mulher pode ter. O trabalho traz participações como Djonga, Abu e Tchouzen, chamando atenção no cenário de rap nacional.

O Circuito

No YouTube também é possível conferir os pocket shows dos demais cantores que já se apresentaram no Circuito Cultural UFMG. Da MPB ao samba, do hip-hop ao pop, artistas como Sérgio Pererê, Manu Dias, Bárbara Barcellos e Rafael Ventura gravaram versões virtuais dos seus shows em formato solo ou duo para o projeto. As apresentaçõs são lançadas toda quarta-feira à noite e ficam disponíveis por tempo indeterminado no YouTube.

O projeto é uma realização da Diretoria de Ação Cultural da UFMG e tem como objetivo potencializar a integração das ações artístico-culturais da universidade. Em função da pandemia, uma programação gratuita, diversificada e de qualidade, está sendo exibida no ambiente digital, promovendo o intercâmbio das expressões culturais locais e regionais com a comunidade artística e acadêmica.

Desde junho, o Circuito Cultural se uniu à campanha Colabore Hospitais UFMG , desenvolvida pela Universidade em parceria com a Fundep e o Instituto dos Advogados de Minas Gerais (IAMG). As arrecadações são destinadas à compra de medicamentos, insumos e equipamentos de proteção individual para o Hospital das Clínicas da UFMG, o Hospital Risoleta Tolentino Neves e a Unidade de Pronto Atendimento Centro Sul.

O volume arrecadado via financiamento coletivo é gerenciado pela Fundep. Os interessados em contribuir podem transferir qualquer valor para o Banco do Brasil (001), agência 1615-2, conta corrente 960.419-7 (CNPJ da Fundep: 18.720.938/0001-41). Também podem ser doados bens ou equipamentos; nesse caso, basta entrar em contato com a Diretoria de Cooperação Institucional da UFMG por meio dos telefones (31) 3409-4555 e (31) 99306-0348 ou do e-mail gab@copi.ufmg.br. Saiba mais sobre a campanha em www.colaborehospitaisufmg.com

 

Circuito Cultural UFMG #emcasa

Corpo, Alma e Consequência – Apresentação virtual de Laura Sette

8/7, às 18h30

www.youtube.com/culturaufmg

Circuito Cultural UFMG lança nova série de shows virtuais gratuitos

Texto: Assessoria de Comunicação da Diretoria de Ação Cultural (DAC) da UFMG

A Diretoria de Ação Cultural (DAC) da UFMG inaugura na próxima quarta, 1° de julho, a nova temporada do Circuito Cultural UFMG #emcasa. Marquim D’Morais, Laura Sette, Sara Não Tem Nome, Roger Deff e Roda de versos das mulheres do Jequitinhonha são as atrações deste mês. Os shows participam da campanha de financiamento coletivo Colabore Hospitais UFMG e estreiam toda quarta-feira, às 19h, no www.youtube.com/culturaufmg.

Quem abre o projeto é Marquim D’Morais, com a apresentação virtual Beleza no Caos. Além de músicas do seu primeiro disco, Do Alto do Morro, o artista apresenta canções inéditas, que farão parte do seu próximo álbum. O trabalho do jovem músico, nascido e criado no Aglomerado da Serra, é marcado pela pluralidade cultural presente na favela. Suas composições abordam narrativas de cunho social, fazendo uma junção de ritmos, como rap, soul, reggae, baião, maracatu e capoeira.

A fusão de ritmos continua no dia 8, com o pocket show de Laura Sette. Original, a artista vai do funk ao rap, passando pelo R’n’B e trap. No dia 15, é a vez de Sara Não Tem Nome, que recém lançou a música Agora, inspirada no período de isolamento durante a pandemia. Já a periferia, o centro urbano e o hip hop são as inspirações do jornalista e rapper Roger Deff, que se apresenta no dia 22. Encerrando a programação de julho, mulheres de sete comunidades do Vale do Jequitinhonha jogam versos de poemas, mesclando autoria e domínio público, na Roda de versos das mulheres do Jequitinhonha.

O projeto

“Para nós, é muito importante manter o Circuito Cultural durante a pandemia, pois ele é mais um canal a dar voz aos artistas e uma boa maneira de contribuirmos para manter viva a cultura como um dos pilares de nossa Universidade”, explica o produtor cultural, Sérgio Diniz. Desde março, quando a Diretoria de Ação Cultural adaptou o projeto para o ambiente virtual, já foram disponibilizados mais de dez pocket shows gratuitos no YouTube.

Um dos objetivos do projeto é promover o intercâmbio das expressões culturais locais e regionais com a comunidade artística e acadêmica. Além de jovens cantautores representativos da cena belo-horizontina, neste mês foram convidadas as mulheres jogadoras de versos, preservando uma tradição oral do Vale do Jequitinhonha. “Neste momento, a curadoria está pensando outras formas de atuar neste contexto virtual e esperamos ter boas surpresas em breve, contemplando também outras linguagens para além da música”, pontua Sérgio.

Colabore Hospitais UFMG

Desenvolvida pela Universidade em parceria com a Fundação de Desenvolvimento da Pesquisa (Fundep) e o Instituto dos Advogados de Minas Gerais (IAMG), a campanha visa arrecadar verba para o enfrentamento à pandemia nos hospitais gerenciados pela UFMG. O volume arrecadado é destinado à aquisição de medicamentos, insumos, equipamentos de proteção individual e a contratação de serviços necessários ao atendimento de pessoas diagnosticadas com Covid-19, demais síndromes respiratórias agudas e outras emergências.

Os interessados em contribuir podem transferir qualquer valor para o Banco do Brasil (001), agência 1615-2, conta corrente 960.419-7 (CNPJ da Fundep: 18.720.938/0001-41). Também podem ser doados bens ou equipamentos; nesse caso, basta entrar em contato com a Diretoria de Cooperação Institucional da UFMG por meio dos telefones (31) 3409-4555 e (31) 99306-0348 ou do e-mail gab@copi.ufmg.br. Saiba mais sobre a campanha em www.colaborehospitaisufmg.com.

 

Circuito Cultural UFMG #emcasa – Programação de julho

Data: Todas as quartas-ferias

Horário: 19h

Onde: www.youtube.com/culturaufmg

1º de julho – Beleza no Caos, de Marquim D’Morais

8 de julho – Corpo, Alma e Consequência, de Laura Sette

15 de julho – Sobrevivência dos vagalumes, de Sara Não Tem Nome

22 de julho – Etnografia Suburbana, de Roger Deff

29 de julho – Roda de versos das mulheres do Jequitinhonha

Em sua estreia na poesia, Jacyntho Brandão investiga o ‘nada’

Texto: Ewerton Martins Ribeiro

Perto de completar 70 anos, Jacyntho Lins Brandão, professor emérito da Faculdade de Letras da UFMG e um dos mais destacados especialistas em antiguidade grega do Brasil, acaba de lançar seu primeiro livro de poesias, Mais (um) nada, pela editora Quixote+Do, de Belo Horizonte.

O livro traz 32 poemas em que o poeta, alternando-se entre o erudito e o zombeteiro, o desbocado e o sentimental, evoca a própria biografia – assim como saberes referentes aos campos de conhecimento em que é versado, como a filosofia, o teatro, a noção de cidade e a própria literatura – para estabelecer uma obra de forte caráter metapoético, atravessada pela noção de “nada” e as suas implicações.

Para a poeta Ana Martins Marques, que assina a orelha da obra, trata-se de um livro que parece ter a dicotomia “ganhar (perder)” como a sua força-mestra, por meio da qual Jacyntho termina fazendo uma espécie de “contabilidade de perdas, vazios e ausências” para os quais a literatura, em si mesma, não parece oferecer salvação. (“Se algo ajuda não é literatura”, registra o professor em um verso.)

Ela prossegue: “O cômico, o ceticismo, a ironia, os jogos de palavras, mas também a disciplina e o rigor das formas, são aqui as armas com que o poeta se bate contra a falta de sentido, o vazio, o absurdo, ‘a imensidão do nada’, o luto, a perda. A métrica, e também a rima, criam alguma ordem, ausente no mundo, que é sem rima e sem razão”.

‘Só vencidos’

Com a noção de ‘nada’ como eixo, a obra de Jacyntho termina por trazer a morte como a sua imagem mais recorrente: “A correnteza contra a qual se nada / Não deixa vencedores: só vencidos”. Contudo, diante da “indesejada das gentes”, será a experiência da vida, no tempo presente, e não da morte, no tempo inominado, o que será cantado pelo poeta como a sina à qual todos devem se resignar, como descrito no desfecho do penúltimo poema do livro: “O que tens de saber que te anuncio / É coisa só: tua simples condição / De perecível: mais além não mires / Porque no fim partir é o que te é dado // Viver o teu instante é o teu fado”. O último, Soneto part’ido, é dedicado ao filho Pedro, falecido há dois anos.

Sobre o autor

Professor emérito da UFMG, Jacyntho Lins Brandão leciona língua e literatura grega na Faculdade de Letras desde 1977, da qual foi diretor nas gestões 1990-1994 e 2006-2010. Foi vice-reitor da Universidade na gestão 1994-1998. E membro da Academia Mineira de Letras desde 2018.

Com Mais (um) nada, Jacintho mantém o ritmo de publicação de uma obra literária a cada década, em paralelo à sua vasta produção teórica e de tradução – da qual o lançamento mais recente é O romance de Tristão, de Béroul, que chegou às livrarias também neste ano.

Em 1982, Jacyntho publicou Relicário (José Olympio), romance que reflete algo do caráter tradicionalista da mentalidade mineira. Em 1997, lançou O fosso de Babel (Nova Fronteira), no qual estabelece um bem-humorado jogo com as noções de escritor, autor, narrador e personagem, desdobrando-as em relações de duplicidade e espelhamento. Em 2007, Jacyntho publicou Que venha a Senhora Dona (Tessitura), uma peça de teatro.

Mais (um) nada pode ser adquirido na Livraria Quixote, em Belo Horizonte, que fica na rua Fernandes Tourinho, 274, Savassi, ou pelo serviço de entregas que a livraria inaugurou durante a pandemia, pelo telefone (31) 98676-1007 ou em seu perfil no Instagram.

LivroMais (um) nada

Editora: Quixote+Do

Autor: Jacyntho Lins Brandão

88 páginas / R$ 40

Manu Dias faz pocket show nessa quarta em prol da Campanha Colabore Hospitais UFMG

Texto: Assessoria de Comunicação da Diretoria de Ação Cultural da UFMG
Uma das mais talentosas sambistas da nova geração, a cantora e compositora Manu Dias lança nessa quarta-feira, o show virtual Música Cura, em apoio a campanha solidária Colabore Hospitais UFMG (#ColaboreHospitaisUFMG). Com realização da Diretoria de Ação Cultural da UFMG, por meio do Circuito Cultural UFMG, a apresentação vai ao ar no dia 10, às 19h, pelo YouTube (www.youtube.com/culturaufmg).

Música Cura é uma apresentação intimista, na qual a cantora passeia pelo seu disco de estreia “Sambadear”. Lançado em abril de 2019, o álbum inclui uma parceria com o instrumentista Thiago Delegado. “São músicas que transmitem coisas boas como amor, esperança, mas também sobre resistência e um certo cunho político. É um show leve, descontraído, afim de proporcionar um momento alegre no meio dessa loucura toda que estamos vivendo”, afirma Manu.

Para a artista, a música tem sido um lenitivo e tanto. “Desde que tudo isso começou, ficamos meio desamparados. Nosso trabalho parou imediatamente. Tenho estudado, compondo para um novo trabalho, fazendo pesquisas musicais. Produzir esse tipo de conteúdo online, que nos mantém conectados às pessoas, tem sido um aprendizado e fará toda diferença em minha carreira daqui para frente”, conta.

Parceria solidária

Além de Manu Dias, os cantores Nino Aras e Priscila Magella também se apresentam pelo Circuito Cultural UFMG em prol da campanha de financiamento coletivo. Os shows virtuais são lançados toda quarta-feira à noite e ficam disponíveis por tempo indeterminado no YouTube da Diretoria de Ação Cultural da UFMG.

“Neste momento, todos os setores da universidade se juntam no combate a Covid-19. E esse combate se dá principalmente na linha de frente contra a pandemia, que são os hospitais gerenciados pela UFMG. Nossos artistas convidados e toda a área de cultura da universidade desejam somar-se à campanha, a fim de criar condições melhores para que a área de saúde cumpra seu papel”, declara o diretor de Ação Cultural da UFMG, Fernando Mencarelli.

A campanha foi desenvolvida pela Universidade em parceria com a Fundep e o Instituto dos Advogados de Minas Gerais (IAMG), a fim de arrecadar recursos para o Hospital das Clínicas da UFMG, o Hospital Risoleta Tolentino Neves e a Unidade de Pronto Atendimento Centro Sul.  A verba será destinada à aquisição de medicamentos, insumos, equipamentos de proteção individual e a contratação de serviços necessários ao atendimento de pessoas diagnosticadas com Covid-19, demais síndromes respiratórias agudas e outras emergências.

O volume arrecadado na campanha de financiamento coletivo é gerenciado pela Fundep. Os interessados em contribuir podem transferir qualquer valor para o Banco do Brasil (001), agência 1615-2, conta corrente 960.419-7 (CNPJ da Fundep: 18.720.938/0001-41). Também podem ser doados bens ou equipamentos; nesse caso, basta entrar em contato com a Diretoria de Cooperação Institucional da UFMG por meio dos telefones (31) 3409-4555 e (31) 99306-0348 ou do e-mail gab@copi.ufmg.br. Saiba mais sobre a campanha em www.colaborehospitaisufmg.com

Circuito Cultural UFMG #emcasa

Música cura – Apresentação virtual de Manu Dias

10/6, às 19h

www.youtube.com/culturaufmg

Live com Renato Motha e Patricia Lobato arrecada recursos para a campanha de hospitais da UFMG

Texto: Assessoria de Imprensa da UFMG

Os músicos e professores de Kundali Yoga Renato Motha e Patricia Lobato serão os responsáveis por animar mais uma live solidária do Colabore Hospitais UFMG (#ColaboreHospitaisUFMG). Realizada amanhã, 22 de maio, às 20h, a apresentação arrecadará recursos para a campanha de financiamento coletivo promovida pela UFMG, destinada à aquisição de medicamentos, insumos, equipamentos e contratação de serviços destinados a hospitais. A live será transmitida no canal dos artistas e retransmitida em https://youtube.com/ufmg.

Com 16 álbuns (três duplos) e dois DVDs lançados em palcos do Brasil e do exterior, o duo de Minas Gerais transita da canção brasileira aos cantos de mantras indianos, os kirtans, valorizando e universalizando os sons de Minas e do Brasil. Em 2020, Renato e Patricia lançaram o álbum Orquestra de Mantras, gravado ao vivo no Inhotim, o quinto disco da dupla no gênero. Em 2019, lançaram Amrit. Em 2017, lançaram o álbum duplo Dois em Pessoa – vol. II, sobre a obra de Fernando Pessoa, que figurou entre os melhores da música brasileira no Japão.

Em sua trajetória, Motha foi premiado nacionalmente nas categorias revelação, compositor e cantor (Prêmio VISA 2000 e 2002, Festival TV Cultura 2005) e teve seu último álbum solo, Menino de barro, abrindo a lista dos melhores do ano de 2014 do G1 Música, tendo se apresentado ao lado de Ivan Lins, João Bosco, Guinga, César Camargo Mariano e outros. Dentre suas canções, destaca-se Menina da lua, gravada por Maria Rita em seu álbum de estreia. Renato e Patricia também receberam, em 2010, da revista japonesa Latina, o prêmio de melhor álbum brasileiro, pelo CD In Mantra, gravado ao vivo no Komyoji Temple, em Kamakura, Japão.

Conheça mais sobre o trabalho da dupla no site www.renatomothaepatricialobato.com, em seu canal do YouTube e nas redes sociais Instagram e Facebook (renatomothaepatricialobato).

A campanha

Lançada em 24 de março, a campanha de financiamento coletivo Colabore Hospitais UFMG foi desenvolvida pela Universidade em parceria com o Instituto dos Advogados de Minas Gerais (IAMG) e a Fundação de Desenvolvimento da Pesquisa (Fundep). A proposta foi idealizada em virtude do aumento de atendimentos a pessoas diagnosticadas com Covid-19, demais síndromes respiratórias agudas e outras emergências, o que resulta em crescimento diário na taxa de pacientes.

Diante do quadro atual, as unidades de saúde vinculadas à UFMG – de atendimento básico e de alta complexidade – verificam queda expressiva em seus estoques e na capacidade de assistência à saúde. Por isso a campanha destina todos os materiais e recursos arrecadados ao Hospital das Clínicas (HC), ao Hospital Risoleta Tolentino Neves (HRTN) e à Unidade de Pronto Atendimento (UPA) Centro-Sul, os dois últimos gerenciados pela Universidade e pela Fundep.

O volume arrecadado na campanha de financiamento coletivo é gerenciado pela Fundep. Os interessados em contribuir podem transferir qualquer valor para o Banco do Brasil (001), agência 1615-2, conta corrente 960.419-7 (CNPJ da Fundep: 18.720.938/0001-41). Também podem ser doados bens ou equipamentos; nesse caso, basta entrar em contato com a Diretoria de Cooperação Institucional da UFMG por meio dos telefones (31) 3409-4555 e (31) 99306-0348 ou do e-mail gab@copi.ufmg.br. Saiba mais sobre a campanha em https://www.colaborehospitaisufmg.com/.

Favelinha dance ensina uma coreografia em próximo vídeo do Circuito Cultural UFMG

 Texto: Assessoria da Comunicação da Diretoria de Ação Cultural da UFMG

Na próxima semana, estreia pelo Circuito Cultural UFMG uma performance-aula de passinho conduzida pelas dançarinas Tiphany e Negona, do Favelinha Dance. Danças do funk é o título da apresentação que estará disponível na quarta-feira, dia 27, às 19h, no canal da Diretoria de Ação Cultural da UFMG (DAC) no YouTube (www.youtube.com/culturaufmg).

No vídeo, as dançarinas demonstram o passo-a-passo de uma coreografia de funk, tendo como cenário a vista do Aglomerado da Serra, onde moram. A proposta é compartilhar um pouco da cultura do passinho, que tem revelado diversos talentos na periferia, como as próprias Negona e Tiphany.

Elas são expoentes de um dos projetos de maior visibilidade para o estilo de dança na capital: o Favelinha Dance. A iniciativa, por sua vez, é um dos braços do Centro Cultural Lá da Favelinha, instituição independente e sem fins lucrativos que surgiu em 2015 na vila Novo São Lucas, no Aglomerado da Serra. O espaço comunitário e de formação profissional atende, principalmente, crianças e jovens da comunidade, com oficinas gratuitas nas áreas de teatro, capoeira, dança, comunicação, espanhol, entre outras. Dessa forma, o Centro Cultural assume a missão de promover a educação, a cultura e o desenvolvimento humano dos moradores da terceira maior favela do Brasil.

Veja mais sobre as artistas no mini-documentário: https://vimeo.com/334961673

 

Circuito Cultural UFMG

O projeto da Diretoria de Ação Cultural da UFMG tem por objetivo potencializar a integração das ações artístico-culturais da universidade. Em função da pandemia, uma programação gratuita, diversificada e de qualidade está sendo exibida no ambiente digital, promovendo o intercâmbio das expressões culturais locais e regionais com a comunidade artística e acadêmica. Os vídeos estão sendo produzidos pelos próprios artistas, em suas casas, respeitando-se as regras de distanciamento social recomendadas pelos órgãos de saúde.

 

Circuito Cultural UFMG #emcasa

Danças do funk – Apresentação virtual de Favelinha Dance

27/5, às 19h

www.youtube.com/culturaufmg