Reunião com Pros. Sandra e Alessandro – Chapa UFMG Plural – Eleição Reitoria UFMG – Gestão 2022-2026 – 25 de outubro – 10 horas

À Comunidade da Escola de Belas Artes,

Convidamos docentes, taes, estudantes e colaboradores da Escola de Belas Artes para uma reunião virtual com os Professores Sandra Regina Goulart Almeida e Alessandro Fernandes Moreira, na qual apresentarão a sua candidatura à Reitoria da UFMG, gestão 2022-2026Chapa UFMG Plural < www.ufmg.br/ufmgplural > e ouvirão sugestões da comunidade da EBA para o seu programa.

A reunião virtual será no dia 25 de outubro de 2021, segunda-feira, com início às 10 horas.

O acesso a sala se dará por link enviado por e-mail.

 

 

Centro Cultural UFMG transmite espetáculo virtual da Cia Pierrot Lunar na Virada Cultural de Belo Horizonte

No dia 16 de outubro de 2021, às 19 horas, o Centro Cultural UFMG transmite em seu canal do YouTube o espetáculo virtual “Antigamente é quando?” da Cia Pierrot Lunar. A dramaturgia é de Ana Regis e a direção é compartilhada entre Ana Regis, Léo Quintão e Neise Neves. A transmissão é aberta ao público e integra o projeto Baixo Centro En[cena], como parte da programação do Circuito Cultural UFMG e Virada Cultural de Belo Horizonte. Classificação livre.

Antigamente é quando – Cia Pierrot Lunar por Davi TNQ

Em isolamento há vários meses, Lara e Gui arrumam a casa e desarrumam a vida. A rotina do dia a dia se mostra frágil diante da intensa convivência no confinamento. Escolhas feitas em mais de 20 anos de relacionamento revelam-se agora um incômodo. Mas antigamente não. Antigamente, quando? Quando namoravam? Antes do último carnaval?

Antigamente é quando? aborda os desafios causados pelo isolamento social no cotidiano de um casal. O novo trabalho da Cia Pierrot Lunar foi realizado a convite do Sesc Palladium de Minas Gerais, pelo projeto Criações Digitais. O espetáculo virtual foi concebido para transmissão via Instagram, com captação de imagens, operação de câmera e atuação do próprio elenco, formado pela atriz Neise Neves e pelo ator Léo Quintão.

Formada em dezembro de 1993, a Cia Pierrot Lunar apresenta em seu currículo onze espetáculos, cenas curtas, leituras dramáticas, o ‘Palco BH – primeiro guia de artes cênicas de Belo Horizonte’ (produzido entre os anos de 2000 e 2005), e diversos eventos, como o ‘Bazar de Histórias’, que promove a integração entre espectador e artista; o ‘Café com Cinema’, um resgate do cinema de bairro, com exibições gratuitas; a curadoria e produção do 21º e 22º Encontro Sesi de Artes Cênicas de Araxá/MG); a ‘Mostra Mulheres em Cena’, que apresenta espetáculos que têm a mulher como foco; o ‘Curta Dança – primeira mostra de danças curtas’; e o ‘Aberto para o Jantar – coma, beba e seja feliz’, evento de gastronomia e arte da Cia.

O Baixo Centro En[cena] faz parte do Circuito Cultural UFMG, um projeto da Diretoria de Ação Cultural da UFMG, por meio do qual artistas locais, regionais e de relevância nacional e internacional se apresentam para a comunidade. Adaptado para o ambiente virtual desde março de 2020, o projeto tem contribuído para a circulação de produtos artístico-culturais durante a pandemia. O objetivo principal é promover a articulação, interação e interlocução entre todos os espaços culturais vinculados à DAC, potencializando a integração das ações artístico-culturais da UFMG. Todas as atividades são gratuitas e abertas para a comunidade externa.

A UFMG, através de seus espaços culturais, participa da Virada Cultural de Belo Horizonte com uma programação virtual especial. Visite os canais online dos espaços culturais da Diretoria de Ação Cultural para acompanhar shows, exposições, espetáculos, aulas abertas e muito mais nos dias 16 e 17 de outubro de 2021.

Antigamente é quando?
Espetáculo virtual com a Cia Pierrot Lunar
Dramaturgia: Ana Regis
Direção: Ana Regis, Léo Quintão e Neise Neves
Data: 16/10/2021
Horário: 19 horas
Local: https://www.youtube.com/c/CentroCulturalUFMG
Aberto ao público | Classificação livre

Projeto Baixo Centro En[cena]
Última sexta-feira do mês no canal do YouTube do Centro Cultural UFMG

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Primavera dos Museus no MHNJB-UFMG conta com trilha, curso de fotografia e sarau

Texto: Assessoria de Imprensa do Museu de História Natural e Jardim Botânico da UFMG

De 22 a 25 de setembro, o Museu de História Natural e Jardim Botânico (MHNJB) da UFMG oferece uma série de atividades integradas à 15ª Primavera dos Museus. A programação conta com um circuito de visitação presencial, um minicurso remoto de fotografia e arqueologia e um sarau de poesias com transmissão ao vivo. Todas as atividades são gratuitas.

O circuito de visitação inclui caminhada na mata e visita a duas exposições: Presépio do Pipiripau e Arqueologia. Para participar, é preciso fazer o agendamento no site do Museu e salvar ou imprimir o ingresso. O circuito é mediado por bolsistas do Museu e será oferecido entre os dias 22 e 25 de setembro, nos turnos da manhã e da tarde. A cantina e demais exposições permanecem fechadas. O agendamento estará disponível a partir de 16/09, 14h.

Trajeto

O circuito começa com uma trilha temática que promove o contato com a natureza enquanto são apresentados temas como a importância da mata atlântica, a biodiversidade desse bioma, a necessidade de conservação ambiental e a história da mata do Museu.

Na sequência, o grupo visitante chega ao Presépio do Pipiripau. Criado pelo artesão Raimundo Machado, a obra sincroniza 586 figuras móveis, distribuídas por 45 cenas, que contam a história da vida e da morte de Jesus Cristo, costurada ao cotidiano de uma cidade, com sua variedade de artes e ofícios.

Na exposição de arqueologia, são apresentadas a antiguidade e a grande diversidade cultural de povos indígenas do Brasil. Nela estão reproduzidos quatro sítios arqueológicos de cronologias diversas (a partir de quatorze mil anos) e com características culturais diferentes, além de um bloco expositivo central com informações sobre alimentação e tecnologias de fabricação de artefatos.

Eventos especiais

No dia 23 de setembro será ofertado o minicurso Fotografia e Arqueologia, que pretende apresentar, a partir de uma visão técnica, as potencialidades artísticas da fotografia enquanto recurso que ultrapassa o mero registro do material arqueológico e paisagístico. Coordenado pelo professor Carlos Magno Guimarães, do Centro Especializado em Arqueologia Histórica do MHNJB, e ministrado por Camila Fernandes de Morais e Geraldo Pereira Morais Jr, o minicurso oferece 20 vagas. As inscrições podem ser feitas pelo site do Museu.

No dia 24 de setembro, às 18h, acontece o Sarau da Primavera. A poeta Lara de Paula reuniu um grupo de pessoas que se relacionam com museus e poesia para um sarau, com transmissão ao vivo pelo canal do MHNJB no YouTube. A seleção dos poemas reflete sobre perdas e recomeços, tema da 15ª Primavera dos Museus.

Serviço: 

MHNJB na 15ª Primavera dos Museus 

Circuito de visitação

Trilha + Presépio do Pipiripau + Exposição de Arqueologia

Datas: 22 a 25 de setembro

Horários: Manhã – 10h às 11h30 | Tarde: 14h30 às 16h

Local: Rua Gustavo da Silveira, 1035 – Santa Inês

Inscrições: Site do Museu: https://www.ufmg.br/mhnjb/

 

Minicurso: Fotografia e Arqueologia  

Data: 23 de setembro

Horário: 14h às 17h

Local: videoconferência em link a ser enviado por e-mail para os inscritos.

Inscrições: Site do Museu: https://www.ufmg.br/mhnjb/

 

Sarau da Primavera  

Data: 24 de setembro

Horário: 18h

Local: canal MHNJB-UFMG no YouTube

https://www.youtube.com/channel/UC393GIsgp7t0hguih1pFdxQ

Diretor Rafael Conde realiza mostra de cinema de setembro do Centro Cultural UFMG

O Centro Cultural UFMG inaugura em setembro o CineCentro Convida, projeto voltado para a realização de mostras idealizadas por curadores convidados. O objetivo é dar acesso a uma seleção de filmes que vão além do óbvio, permitindo novos olhares e proporcionando ao público uma programação mais diversa e plural.A curadoria da primeira edição é do diretor e professor Rafael Conde, que escolheu seis curtas-metragens de sua autoria para dar início à mostra. Os filmes receberam diversos prêmios nacionais e internacionais e são do gênero documentário e ficção. O curador compartilha, ainda, um pouco da sua trajetória e obra em vídeo disponível no canal do Centro Cultural UFMG no YouTube: https://youtu.be/dwkkNzX7YDA

Rafael Conde nasceu em Belo Horizonte, Minas Gerais. É diretor de cinema, graduado em Ciências Econômicas pela UFMG, mestre em Artes/Cinema pela USP e doutor em Artes Cênicas pela UNIRIO com bolsa sanduíche em Performance Studies na NYU|TISCH. Dirigiu documentários e programas jornalísticos para a Rede Minas de Televisão, foi coordenador do Cine Humberto Mauro e do Setor de Cinema da Fundação Clóvis Salgado. É professor pesquisador do Departamento de Fotografia e Cinema e do Programa de Pós-Graduação em Artes da Escola de Belas Artes da UFMG. No teatro codirigiu a peça “A brincadeira” (2015-2016) para o Circuito CCBB e dirigiu o “Projeto Experimentos Cênicos” com o Grupo Galpão (2019). Publicou artigos e, em 2019, lançou o livro “O ator e a câmera: investigações sobre o encontro no jogo do filme”. Dentre seus trabalhos destacam-se: “Uakti – oficina instrumental”; “Musika”; “A hora vagabunda”; “O ex-mágico da taberna minhota”; “Françoise”; “Samba-Canção”; “Rua da amargura”; “A chuva nos telhados antigos”; “Fronteira”; “Bili com limão verde na mão”; “Berenice e a fundação da música” e “A verdade no olhar do ator que mente”, todos com longa carreira de exibição e premiados em festivais no Brasil e exterior.

Os filmes podem ser vistos de forma online e gratuita, conforme os links listados abaixo:

14.09 – Uakti – oficina instrumental – Documentário, 35mm, 12 min, cor, 1987, Direção, roteiro e produção executiva: Rafael Conde.

Documentário sobre o grupo musical Uakti, que cria seus próprios instrumentos a partir de materiais comuns como tubos de PVC, vidro e cabaças, recriando os sons da natureza em estado puro.

Link para o filme: https://vimeo.com/20706821

16.09 – A chuva nos telhados antigos – Ficção, 35mm, 15 min, 2006, Direção, roteiro e montagem: Rafael Conde. Elenco: Mônica Ribeiro e Alexandre Cioletti.

O reencontro de um casal e as lembranças de um amor desfeito.

Link para o filme: https://vimeo.com/20730050

21.09 – Rua da amargura – Ficção, 35mm, 14 min, 2003, Direção, roteiro e produção executiva: Rafael Conde. Elenco: Nivaldo Pedrosa, Yara de Novaes, Eduardo Moreira e Ronaldo Brandão.

Dois irmãos buscam recursos para pagar suas dívidas.

Link para o filme: https://vimeo.com/20725987

23.09 – Françoise – Ficção, 35mm, cor, 22 min, 2001, Direção, roteiro adaptado e produção executiva: Rafael Conde. Elenco: Débora Falabella, Fernando Ernesto, Rogério Falabella.

Uma garota chamada Françoise. Um viajante à espera da partida. O encontro de dois solitários numa estação rodoviária.

Link para o filme: https://vimeo.com/20720609

28.09 – O homem que bota ovo – Ficção, 16/35mm TV, cor, 2004, Direção: Rafael Conde, Roteiro: Carlos Alberto Ratton, Produzido pela VT3 para a série Curta Criança da TVE-Rio.

Baseado em caso de Câmara Cascudo, o curta fala de um homem que mente e o seu casamento com uma mulher que não sabe guardar segredo. Voltado para o público infanto-juvenil.

Link para o filme: https://vimeo.com/22219292

30.09 – O ex-mágico da taberna minhota – Ficção, 16mm, cor, 34 min, 1996, Direção, roteiro e produção executiva: Rafael Conde. Elenco: Ezequias Marques, Antônio Naddeo, Ronaldo Brandão, J. Etienne Filho.

Baseado no conto homônimo de Murilo Rubião, o filme narra a estória de um mágico enfastiado do ofício.

Link para o filme: https://vimeo.com/13167389

CineCentro Convida Rafael Conde
Terças e quintas-feiras nas Redes Sociais e Site do Centro Cultural UFMG

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Seminários em Impressão e Gravura Contemporânea – Lourival Cuquinha – 08 de setembro – 19h

Na próxima quarta-feira, 08/09, teremos a alegria de receber o artista Lourival Cuquinha, de forma remota, na EBA. Com mediação do professor Guilherme Bueno (EBA/UFMG), Cuquinha irá conversar sobre sua trajetória como artista e particularmente sua produção em diálogo com processos de impressão e reprodução. O evento faz parte dos Seminários em Impressão e Gravura Contemporânea, promovido pelo Departamento de Artes Plásticas, que busca trazer artistas e pesquisadores externos à EBA/UFMG para apresentar e debater temas contemporâneos relacionados à impressão e à gravura no campo ampliado.

Seguem abaixo as informações sobre o seminário eem anexo, o cartaz de divulgação.

Seminários em Impressão e Gravura Contemporânea
O percurso até a gravura, onde nunca cheguei – uma conversa com Lourival Cuquinha
Mediação: Guilherme Bueno (Depto. de Artes Plásticas – EBA/UFMG)

Coordenação: Isabela Prado (Depto. de Artes Plásticas – EBA/UFMG)
Data: 08/09/2021, quarta feira, às 19:00h
Acesso pela plataforma Zoom:
Será disponibilizado um certificado de participação.

 

Centro Cultural UFMG transmite monólogo dirigido por Sara Rojo em comemoração a 40 anos de carreira

Texto: Assessoria do Centro Cultural UFMG

Nos dias 27, 28 e 29 de agosto, às 18h30, o Centro Cultural UFMG transmite em seu canal do YouTube o teatro-vídeo Hilda Penha. Criado a partir do texto da dramaturga chilena Isidora Stevenson, o monólogo do grupo de teatro Mulheres Míticas é dirigido por Sara Rojo e protagonizado pela artista convidada Marina Viana. A transmissão é aberta ao público e integra o projeto Baixo Centro En[cena], como parte da programação do Circuito Cultural UFMG. Classificação: 12 anos.

Dia de natal, anos 1990. O ataque de um grupo guerrilheiro a um banco termina com oito mortos. Hilda Penha é a mãe de um deles. É ela quem nos relata seu encontro com um menor abandonado que ela acolhe, ama e assiste morrer sem entender a razão.

O relato delirante de uma mulher que sofre a morte de seu filho traça relações entre a perda individual e o trauma social, atravessando temas como a fé, a violência policial e a transição de regimes políticos. O texto deu a Isidora Stevenson projeção nacional em 2013, sendo premiado pela XVI Muestra Nacional de Dramaturgia do Chile.

Hilda Penha retoma um fato real que aconteceu na capital chilena em 1990: o tiroteio entre policiais e guerrilheiros do Movimiento Juvenil Lautaro após um assalto ao Banco O’Higgins. Neste momento em que tensões políticas voltam a ganhar força na América Latina, o episódio e suas consequências seguem convocando reflexões sobre a violência e a justiça.

Originalmente planejado para ser encenado nos palcos, o monólogo enfrentou os muitos obstáculos impostos pela pandemia para consolidar-se como teatro-vídeo, sendo a primeira grande incursão do Mulheres Míticas no audiovisual. Hilda Penha marca também as quatro décadas da artista-formadora Sara Rojo, que tem dedicado todos esses anos às artes cênicas e à pesquisa acadêmica.

Atualmente Sara Rojo dirige o Mulheres Míticas, grupo de teatro que surgiu em 2014 e investiga memórias latino-americanas para propor diálogos poéticos com o presente. O grupo participou de duas residências no Centro Cultural UFMG: em 2016 para montagem do espetáculo O Deszerto e em 2018 para a montagem do espetáculo Classe.

O Baixo Centro En[cena] faz parte do Circuito Cultural UFMG, um projeto da Diretoria de Ação Cultural da UFMG, por meio do qual artistas locais, regionais e de relevância nacional e internacional se apresentam para a comunidade. Adaptado para o ambiente virtual desde março de 2020, o projeto tem contribuído para a circulação de produtos artístico-culturais durante a pandemia. O objetivo principal é promover a articulação, interação e interlocução entre todos os espaços culturais vinculados à DAC, potencializando a integração das ações artístico-culturais da UFMG. Todas as atividades são gratuitas e abertas para a comunidade externa.

Hilda Penha

Teatro-vídeo – Monólogo do grupo de teatro Mulheres Míticas

Dramaturgia: Isidora Stevenson | Direção: Sara Rojo | Atuação: Marina Viana

Datas: 27, 28 e 29/08/2021

Horário: 18h30

Local: https://www.youtube.com/c/CentroCulturalUFMG

Aberto ao público | Classificação: 12 anos
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Festival de Inverno UFMG: artista plástico Mário Zavagli participa do projeto Diálogos: Artista e Curador(a)

Texto: Assessoria de Imprensa do 53º Festival de Inverno UFMG

Diálogos: Artista e Curador(a), do Centro Cultural UFMG, é um projeto que consiste em disponibilizar exposições virtuais, em formato de videodocumentários. Nesta quinta-feira, 29 de julho, às 21h05, acontece uma edição especial durante a programação do 53º Festival de Inverno UFMG, com a presença do pintor, aquarelista e professor de artes plásticas Mário Zavagli.

Mário apresenta seu mais novo trabalho, denominado Alphabeto: um conjunto de 27 obras realizadas nas técnicas da aquarela e do desenho, representando cada letra do alfabeto, de A à Z. Por meio de recortes curatoriais, os vídeos trazem uma linha evolutiva no tempo e no percurso da criação do artista, oferecendo ao espectador a oportunidade de percorrer suas obras em simulação 3D, com mediação e comentários do artista e curador Fabrício Fernandino.

Fabrício Fernandino é escultor, professor da Escola de Belas Artes desde 1992 e diretor do Centro Cultural UFMG. Também participa do diálogo, o curador do Instituto Inhotim, Douglas de Freitas, que já foi vencedor do Prêmio PROAC Artes Visuais 2014 e 2016; do Edital Amplificadores de Artes Visuais do Recife 2015, e do Prêmio Funarte de Arte Contemporânea 2013, em Recife.

A conversa será transmitida pelo canal da Diretoria de Ação Cultural da UFMG no YouTube (youtube.com/culturaufmg).

Rodas de conversa

Também acontecem nesta quinta, com transmissão ao vivo pelo YouTube, três rodas de conversa com assuntos relacionados à temática desta edição do Festival, que é Escutas e Vozes dos Brasis. Às 17h acontece a primeira roda do dia, intitulada A memória e o mundo: Arcadio Díaz-Quiñones, a brega e a memória rota. A sessão convida o professor Andre Veiga Bittencourt, da Universidade Federal do Rio de Janeiro, para conversar com o crítico caribenho Arcadio Díaz-Quiñones sobre os conceitos de memória rota e a arte de bregar. A mediação será feita pelo professor Pedro Meira Monteiro, da Universidade de Princeton.

Em seguida, às 18h30, os artistas e pesquisadores indígenas Célia Xakriabá e Edgar Kanaykõ Xakriabá conversam sobre o tema Epistemicídio. A partir da perspectiva dos saberes indígenas xakriabá, da antropologia e das artes, eles dialogam sobre os muitos epistemicídios ocorridos no país, sublinhando a importância de se praticar um pluralismo epistemológico, tecido de múltiplas vozes e visões de mundo. A mediadora do encontro será Luana Tolentino, professora e doutoranda do Programa de Pós-graduação em Educação da UFMG.

A última roda de conversa será às 19h30, com os pesquisadores Maurício Hoelz (UFRRJ) e Paulo Maciel (UFOP), integrantes do projeto MinasMundo. Sob mediação da professora Sabrina Parracho Sant’Anna (UFRRJ), eles apresentam a proposta do Atlas Minas Mnemosyne Mundo, uma iniciativa que pretende reunir imagens que traduzem a relação entre Minas Gerais e o mundo, a partir de um conjunto de painéis que se combinam anacronicamente. Qualquer pessoa pode enviar suas imagens para compor o espaço visual de construção interativa e coletiva, a partir de uma ferramenta disponível no site projetominasmundo.com.br/atlasminasmundo.

Segundo os integrantes da rede MinasMundo, o objetivo do Atlas é construir um repertório imagético das múltiplas conexões Minas-Mundo a partir das vivências e perguntas dos pesquisadores da rede, mapeando, assim, o processo de mudança e permanência da cultura, segundo uma lógica que rompe a linearidade característica da história da arte convencional.

A ação foi livremente inspirada no notável e inconcluso projeto do Atlas de Imagens Mnemosine (Bilderatlas Mnemosyne) de Aby Warburg, que pretendia estabelecer “cadeias de transporte de imagens”, linhas de transmissão de características visuais através dos tempos, carregando consigo o pathos, emoções básicas engendradas no nascimento da civilização ocidental.

Toda a programação é gratuita e está disponível no site do Festival: www.ufmg.br/festivaldeinverno.

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Curadores e coordenadores do Espaço do Conhecimento UFMG relatam desafios da montagem de exposição virtual

Texto: Comunicação Institucional do Espaço do Conhecimento UFMG

Até o próximo sábado, 31 de julho, acontece o 53º Festival de Inverno da UFMG, realizado pela Diretoria de Ação Cultural (DAC). O Espaço do Conhecimento UFMG participa da programação do dia 30, sexta-feira, às 19h30, com a roda de conversa Sertão Mundo: os desafios de uma montagem de uma exposição virtual.

A nova exposição temporária do Espaço do Conhecimento UFMG, que será lançada em breve, foi concebida para o ambiente virtual e tem como referência o Sertão, este lugar tão característico e presente na obra do escritor João Guimarães Rosa. Através de uma viagem pelo Sertão e por suas diferentes interpretações, seja na música, nos bordados, na dança, na culinária, nos brinquedos e brincadeiras, nas sonoridades, nas artes visuais ou na literatura, será possível apreciar escutas e vozes de muitos Brasis.

A montagem da exposição tem apresentado inúmeros desafios à equipe do Espaço, desde a definição da plataforma de navegação, do funcionamento do site, da interação com os visitantes/usuários, da estruturação das oficinas com o público e dos processos de mediação. Esses e outros temas serão tratados nesta roda de conversa, na qual o público poderá ter um spoiler da nova exposição.

A curadoria é de Claudia Campos Soares (professora da Faculdade de Letras da UFMG), Dânia Lima (arquiteta e assessora do Núcleo de Expografia do Espaço do Conhecimento UFMG), Diomira Ma.C.P.Faria (professora do Instituto de Geociências da UFMG e Diretora Científico-Cultural do Espaço do Conhecimento UFMG) e Maurício Gino (professor da Escola de Belas Artes da UFMG e Coordenador do Núcleo de Audiovisual do Espaço do Conhecimento UFMG).

A Roda de Conversa Sertão Mundo: os desafios de uma montagem de uma exposição virtual será realizada no dia 30 de julho, em uma live no YouTube (www.youtube.com/espacoufmg), das 19h30 às 20h30, com a participação dos curadores da exposição e dos coordenadores dos núcleos de Expografia e Ações Educativas do Espaço do Conhecimento UFMG. A mediação será de Sara Moreno, Gestora Cultural e Diretora de Museus da Fundação Municipal de Cultura de Belo Horizonte.

Sertão Mundo tem o patrocínio do Instituto Unimed-BH e o apoio da Aliança Francesa, do Instituto de Estudos Brasileiros da USP, da Pró-Reitoria de Extensão da UFMG, do Museu Casa Guimarães Rosa e da Prefeitura de Belo Horizonte, por meio da Secretaria Municipal de Cultura e da Fundação Municipal de Cultura, com a cessão de acervo do Museu de Arte da Pampulha – MAP.

Serviço:

Roda de Conversa Sertão Mundo: os desafios de uma montagem de uma exposição virtual

Quando: 30 de julho, sexta-feira, das 19h30 às 20h30

Onde: canais de YouTube do Espaço do Conhecimento UFMG (www.youtube.com/espacoufmg) e da Diretoria de Ação Cultural da UFMG (www.youtube.com/culturaufmg)

Programação completa do 53º Festival de Inverno da UFMG: www.ufmg.br/festivaldeinverno

53º Festival de Inverno UFMG divulga programação gratuita completa

Texto: Assessoria de Imprensa do 53º Festival de Inverno UFMG

De 23 a 31 de julho, acontece o 53º Festival de Inverno UFMG. A programação completa do evento, que é referência nacional, já está disponível para consulta no endereço www.ufmg.br/festivaldeinverno. Durante nove dias, o festival promoverá diálogos e apresentações culturais de diversas vertentes, em uma programação gratuita e aberta ao público, em formato on-line. Toda as atividades culturais do 53º Festival de Inverno UFMG serão exibidas pelo canal no YouTube da Diretoria de Ação Cultural da UFMG.

Sob o tema Escutas e Vozes dos Brasis, a edição 2021 do festival aborda os impasses do Brasil contemporâneo ao rever os 100 anos do modernismo, tendo em vista as comemorações do centenário da Semana de Arte Moderna de 1922. A programação foi planejada em conjunto pela Diretoria de Ação Cultural da UFMG e pelo projeto MinasMundo. O projeto, formado por uma rede de pesquisadores de diversas universidades nacionais e internacionais, busca rever os sentidos do Modernismo em diferentes linguagens artísticas, intelectuais e políticas, a partir da viagem dos modernistas para Minas Gerais em 1924.

A proposta desta edição é investigar o fenômeno do modernismo em sua complexidade, refletindo sobre seus paradoxos e contradições, assim como as visões e projetos de país que moldaram o Brasil contemporâneo. Para isso, foram convidados artistas, escritores e pensadores, formando um panorama de vozes plurais que revelam a emergência de ideias que apontam para a superação das tensões culturais do momento. “Por meio de atividades artísticas e seminários, o Festival busca olhar para o modernismo a partir das tensões contemporâneas do Brasil, apostando na necessidade de escutar as vozes que defendem a democracia, a justiça social e a necessária transformação do país, baseada em novos valores e pactos, na busca por outras poéticas, economias, políticas, sociabilidades”, afirma Fernando Mencarelli, diretor de Ação Cultural da UFMG e coordenador do Festival, ao lado de Mônica Ribeiro.

O público poderá acompanhar essas e outras discussões em uma programação diversificada com rodas de conversas e palestras, além de duas oficinas, todas elas com direito a certificado de participação. Na programação também estão previstas 13 atrações artísticas – espetáculo teatral, apresentações musicais e performances, além de encontro poético entre Arnaldo Antunes e Lucia Castello Branco.

Abertura

A abertura do Festival, no dia 23 de julho, sexta-feira, será às 18h30, com palestra e encontro da escritora e professora de literatura Eneida Maria de Souza, com o escritor Silviano Santiago, para discutir sobre seu novo livro, Menino sem passado.

Na sequência, às 20h15, o público assiste ao encontro poético entre a escritora Lucia Castello Branco e o compositor, cantor e poeta Arnaldo Antunes. A conversa parte do livro recentemente publicado por Arnaldo pela Companhia das Letras, Algo Antigo, e caminha em direção à leitura expandida da múltipla obra do poeta, em interseção com o tema do Festival deste ano.

Atrações artísticas – música, dança, poesia e teatro

No sábado, 24, às 19h45, o público poderá conferir o espetáculo teatral Luiza Mahin… eu ainda continuo aqui, produzido pela artista Cyda Moreno, que aborda a questão do extermínio da juventude negra no país, com inspiração na obra da heroína da Guerra do Malês, Luiza Mahin.

No dia 26, segunda-feira, às 18h30 a programação artística terá início com a performance do artista multimídia e curador independente, Jaider Esbell. Às 21h será exibido a primeira Textura Sonora, trabalho de montagens criativas que reúnem voz, músicas, sons e texto, promovido pelo projeto MinasMundo, com concepção e montagem por Sérgio Bairon. A temática das texturas une passagens do livro O Recado do Morro, de João Guimarães Rosa, aos sons, cantos e rituais da região de Cordisburgo, Jequitibá e entornos. Com cerca de cinco minutos cada, as texturas sonoras estreiam nas noites dos dias 26, 27, 28, 29 e 30.

Logo após a exibição da primeira Textura Sonora, no dia 26, às 21h05, ocorrerá a exibição do vídeo-manifesto Modernismo por MinasMundo, curta-metragem com direção de Fábio Seixo, seguido de conversa sobre o filme com André Botelho, Maurício Hoelz e Lucas van Hombeeck.

No dia 27, às 21h05, será exibido o filme Fonte de Cura, com direção de Jack Diniz que aborda costumes religiosos, e a importância cultural de povos tradicionais e de retomar a ancestralidade passada entre gerações, e como influenciam na constituição do Brasil contemporâneo.

No dia 28, às 21h05, acontecerá a primeira transmissão da série Conversas Musicais, com curadoria do Conservatório UFMG. Com o título Conversas musicais: Trilha, Toada e Trupégrupo A Barca, o encontro terá a apresentação musical e conversa entre os músicos sobre suas composições, memórias musicais e de seus processos de criação. O grupo A Barca cria arranjos e composições inéditas inspiradas nas manifestações populares e nas trocas realizadas com comunidades e artistas da tradição de todo o país.

No dia 29, também às 21h05, ocorrerá a exposição e conversa sobre a mostra Alphabeto, do artista Mário Zavagli, através da live Diálogos Artista e Curador: Alphabeto, de Mário Zavagli, do Centro Cultural UFMG. A mostra será debatida com a presença de seu criador e dos curadores Fabrício Fernandino e Douglas de Freitas.

No dia 30, sexta-feira, às 20h35, Toninho Horta é a atração artística da série Conversas Musicais. Nesta edição, Mauro Rodrigues conduz uma entrevista-show com o artista, que apresenta canções emblemáticas de sua carreira e músicas que foram referências para a sua trajetória.

O último dia de Festival, no dia 31 de julho, sábado, às 21h, acontecerá o show de encerramento de Titane e Makely Ka, sendo a última atividade da série Conversas Musicais. Na ocasião, de temática Os sertões de Rosa e Elomar, os músicos se reencontram no palco do Conservatório da UFMG para apresentar canções que dialogam com a obra e o universo musical e literário do escritor João Guimarães Rosa e do compositor Elomar Figueira Melo, além de conversarem sobre as experiências de suas viagens no sertão de Minas e Bahia.

Palestras e rodas de conversa

O Festival também promove discussões em torno dos cem anos do modernismo e sua reverberação no Brasil contemporâneo, por meio de palestras e rodas de conversa com artistas, pesquisadores e pensadores indígenas, negras, negros, dos saberes tradicionais e de diferentes áreas de conhecimento.

No sábado, dia 24, às 17h, ocorre a roda de conversa Cinema entre mundos: a viagem, o sonho e a retomada da terra, entre os cineastas indígenas Patrícia Ferreira, também professora e da etnia Mbyá-Guarani, e Alberto Alvares, da etnia Guarani Nhandewa. Em seguida, às 18h30, acontecerá a palestra Teatro Negro: poéticas, por Leda Martins.

Para o público que gosta de poesia, no dia 26, segunda-feira, às 17h acontecerá a roda de conversa Poéticas Insurgentes com mediação dos professores Leda Martins, Fabrício Fernandino, editores da revista cultural do Centro Cultural UFMG Guaícurus, e os escritores poetas Edimilson de Almeida Pereira, Sebastião Nunes e Sueli Maxacali. Logo após, às 19h30, ocorrerá a roda de conversa Mário de Andrade, modernista mineiro com os professores André Botelho (UFRJ) e Helena Bomeny (Uerj).

No dia 27, às 17h, a roda de conversa Memória 1972: comemorações dos 50 anos do Modernismo, com os pesquisadores Luiz Costa Lima, Eduardo Jardim de Moraes e Myriam Correa de Araujo Avila consta na programação. Em seguida, às 18h30, acontecerá a palestra A poesia, ninguém segura mais, por Heloisa Buarque de Hollanda e Eduardo Coelho. A atividade, às 19h30, que encerra a programação de debates do dia, será a roda de conversa Ecos e desvios do modernismo entre o artista antropófago Denilson Baniwa e a professora e artista Naine Terena.

No dia 28, quarta-feira, às 10h, a primeira atividade do dia será a roda de conversa Reflexos da Semana de Arte Moderna na música hoje entre os pesquisadores Flavia Toni e Walter Garcia. Na parte da tarde, às 17h30, acontecerá a palestra Literatura, raça e representação, com o escritor Jeferson Tenório. Logo em seguida, às 18h30, a palestra de título A cena – um lugar de acontecimentos e de confluência, será ministrada por Maria Thaís Lima Santos. E por fim, às 19h30, a roda de conversa Exuzilhadas: uma conversa com Cidinha da Silva, em que a escritora mineira se encontra com o professor da Universidade de Princeton, Pedro Meira Monteiro.

No dia 29, quinta-feira, às 17h, ocorrerá a roda de conversa A memória e o mundo: Arcadio Díaz-Quiñones, a brega e a memória rota, em que o professor Pedro Meira Monteiro conversa com Arcadio Díaz-Quiñones, ambos professores da Universidade de Princeton, sobre os conceitos de “memória rota” e a “arte de bregar”. Em seguida, às 18h30, pesquisadores pertencentes da comunidade indígena Xakriabá, Célia Xakriabá e Edgar Kanaykõ Xakriabá, estarão na roda de conversa com o tema Epistemicídio. Logo após, às 19h30, acontecerá a roda de conversa Atlas Minas Mnemosyne Mundo, projeto da rede de pesquisadores MinasMundo, entre os pesquisadores Paulo Maciel e Maurício Hoelz.

A programação do dia 30, sexta-feira, se inicia às 10h com a roda de conversa Literatura e música popular: Minas, modernidade e cosmopolitismo, com os pesquisadores Alexandre Faria e Júlio Diniz. No fim da tarde, às 17h, acontecerá a roda de conversa Restauração e enxertia: formas da memória em Pedro Nava e Silviano Santiago com os pesquisadores Wander Melo Miranda e Marília Rothier Cardoso. Em seguida, às 18h30, a palestra Rever Macunaíma por Jaider Esbell, retoma o seu trabalho que combinam discussões interseccionais entre arte, ancestralidade, espiritualidade, história, memória, política e ecologia. Por fim, às 19h30, ocorrerá a roda de conversa Sertão Mundo: os desafios da montagem de uma exposição virtual, com a curadora da exposição e professora, Claudia Campos Soares e professores convidados.

No último dia de evento, 31, sábado, às 17h, acontecerá a roda de conversa Texturas Sonoras: Guimarães Rosa e a cultura oral. Logo em seguida, às 18h30 a roda de conversa será Processos Criativos Decoloniais, com a artista e escritora Castiel Vitorino, a pesquisadora Juhlia Santos e o artista Jack Diniz. Logo em seguida, às 19h30, a roda de conversa Sentimentos de Brasis em Cena, será entre a atriz paraibana Zezita Matos e o diretor e dramaturgo Jota Dangelo.

Oficinas

O 53º Festival de Inverno UFMG promove ainda duas oficinas gratuitas e abertas ao público. As duas atividades oferecem certificado de participação.

Voltada para o público infanto-juvenil, a partir dos 9 anos, a oficina Colorindo o mundo: autorretratos com Anita Malfatti e o Sertão acontece nos dias 26 e 28 de julho, das 14h às 16h, pelo Zoom. As inscrições estão abertas no link: https://bit.ly/3AU3cE0. Na atividade, os participantes irão construir autorretratos, utilizando de fundo a paisagem do Sertão, tão presente nas obras de Guimarães Rosa, com materiais disponíveis em casa, como lápis, papel, tecido, linha, entre outros de livre escolha. Serão dois dias de produção, sendo que os inscritos podem participar de apenas um dia ou dois dias.

31 de julho | Oficina

No último dia do Festival, 31, às 15h, os músicos do grupo paulista A Barca realizam uma oficina aberta no YouTube, com o intuito de resgatar os fundamentos que perpassam as tradições do congado mineiro e, em especial, sua musicalidade. A atividade Criação em diálogo com a tradição: A Barca encontra mestres do congado tem 1h30 de duração e conta também com a participação dos mestres Dirceu e Luiza Ferreira, da Irmandade de Nossa Senhora do Rosário de Justinópolis. Não é necessária inscrição prévia.

Mais informações em www.ufmg.br/festivaldeinverno.

Sobre o Festival

O Festival de Inverno UFMG, criado em 1967, é realizado anualmente pela Diretoria de Ação Cultural da UFMG. Tradição da capital mineira e referência nacional, o objetivo do evento é promover uma interlocução entre universidade e sociedade, aliando arte e cultura contemporânea de ponta às manifestações culturais regionais.

Com 55 anos de existência, ele se consolidou em Belo Horizonte em 2014, após passar por cidades como Ouro Preto, Diamantina, São João del Rei e Poços de Caldas. O Festival favoreceu o nascimento de grupos artísticos como o Galpão, Corpo, Oficcina Multimédia, e Uakti. Sua realização em Belo Horizonte também inspirou a formação de outros festivais, como o Internacional de Dança (FID) e o Internacional de Teatro (FIT).

Em junho deste ano, recebeu da Associação das Universidades do Grupo Montevidéu (AUGM), o diploma de distinção em razão das boas e inovadoras práticas da UFMG no âmbito da colaboração com governos locais. Esse reconhecimento, na categoria Gestão cultural, reforça o histórico de ações potentes e transformadoras que o evento promove na área da cultura universitária e seus impactos e repercussões sociais.

Acesse a programação completa pelo site https://www.ufmg.br/festivaldeinverno/

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