Antonio Fialho inaugura novo ciclo do projeto Aulas Abertas que tem como temática conversas de cinema

Texto: Comunicação Centro Cultural UFMG

Os próximos vídeos do projeto Aulas Abertas trazem falas de especialistas sobre “Conversas de Cinema”, mais especificamente o Cinema de Animação. Os convidados deste ciclo apresentam um percurso por esse gênero cinematográfico, que parte das suas bases técnicas, passando por possibilidades narrativas, chegando às expansões da arte para projeções mapeadas e interseções com as artes computacionais.

O professor Antonio Fialho inaugura o assunto e fala sobre a “A Construção do Movimento Desenhado na Animação”, abordando como se estabeleceu e ainda se estabelecem as relações da animação com o desenho à mão e com o próprio cinema enquanto aparelho reprodutor de imagens em movimento.

Direto do seu estúdio ele realiza diferentes ações utilizando um mesmo personagem e suas mudanças de expressão facial, em uma demonstração prática apresentando três técnicas distintas de produção de movimento através da imagem e a evolução da animação ao longo desses anos.

No vídeo, Antonio exibe seus dispositivos de trabalho na construção do movimento animado, desde a mesa de desenho tradicional e o bloco de desenhos com sequências de imagens fixas, até chegar a uma mesa de desenho digital. Com essa experiência, o professor traz uma reflexão se o movimento desenhado se mantém de maneira similar nessas três instâncias díspares.  

Link do vídeo: https://www.youtube.com/watch?v=m93XWvil8eA 

Antonio Fialho é Professor Adjunto do curso de graduação em Cinema de Animação e Artes Digitais da UFMG, com experiência em animação no mercado internacional de longas-metragens.

O projeto Aulas Abertas foi elaborado para oferecer um espaço de compartilhamento de ideias, conceitos e experiências, buscando a construção do conhecimento reflexivo e crítico pelo público, que terá acesso à fala de professores, pesquisadores e artistas convidados, não sendo assim aulas propriamente ditas, mas discussões contextualizadas pelo olhar científico e humano, essenciais neste momento de crise.

A cada semana será publicada uma nova aula através do Facebook, Instagram, YouTube e Site da Instituição.

Confira os vídeos anteriores em nossas Redes Sociais!

Projeto Aulas Abertas
Quartas-feiras nas Redes Sociais e Site do Centro Cultural UFMG
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Mulheres Modernas: Anita Malfatti e Tarsila do Amaral, a Semana de Arte Moderna de 1922 e seus desdobramentos – 26/02 – 21h

MULHERES MODERNAS: na próxima Sexta Cultural!

“Mulheres Modernas: Anita Malfatti e Tarsila do Amaral, a Semana de Arte Moderna de 1922 e seus desdobramentos”.

Este será o tema da apresentação que teremos sexta-feira 26 de fevereiro de 2021, às 7 pm, com a professora Dra. Rita Lages Rodrigues, da Escola de Belas Artes da Universidade Federal de Minas Gerais.

Conheceremos mais sobre a Semana de Arte Moderna que ocurreu no Brasil em 1922 e os efeitos transformadores que gerousobre as diversas formas de arte no país. Entre os artistas revolucionários, vamos nos aprofundar na obra de duas mulheres que se destacan na história das artes visuais do Brasil: Anita Malfatti e Tarsila do Amaral.

Acompanhe a apresentação por este link

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15º FESTIVAL DE VERÃO UFMG DISCUTE DIREITO À CULTURA COM PROGRAMAÇÃO ARTÍSTICA GRATUITA

Texto: Assessoria de Imprensa do 15º Festival de Verão

De 4 a 11 de março, a UFMG promove seu 15º Festival de Verão. O já tradicional evento, que reúne atrações culturais de diversas vertentes durante o verão da capital, se adapta às condições impostas pela pandemia de Covid-19 e terá sua programação on-line. Toda a programação é gratuita e aberta ao público, que pode acessá-la pelo site: www.ufmg.br/festivaldeverao.

Com o tema Transversal – redes de cidadania e direito à cultura, o Festival coloca a questão no centro de sua programação, buscando o reconhecimento dos sujeitos desses direitos por meio das redes de cidadania. Durante oito dias de evento, o público poderá acompanhar uma programação diversificada, com oficinas, rodas de conversa e lançamento de publicações digitais, com direito a certificado de participação A programação ainda conta com atrações artísticas – exposições, apresentações teatrais e musicais. Também acontecerá o Seminário Internacional Direito à Cultura, reunindo pesquisadores, gestores e agentes culturais latino-americanos para discutir a relação dos direitos culturais com temas como democracia, cidadania e implementação de políticas culturais.

Realizado pela Diretoria de Ação Cultural da UFMG, o 15º Festival de Verão é um momento de convergência de várias ações realizadas pela universidade na área da cultura.  “As universidades públicas avançaram muito nos últimos anos no estabelecimento de suas políticas culturais. A pandemia, no entanto, tem afetado diretamente o setor cultural em todo o país, desafiando também nossas universidades para atuarem nesse contexto, contribuindo para o fortalecimento dos sistemas públicos de cultura e para a garantia dos direitos culturais neste momento de crise. Neste Festival, compartilhamos com a comunidade nossas ações para a estruturação de nossa política cultural na UFMG e refletimos com parceiros internacionais sobre a cultura como um direito que precisa ser garantido. Também partilhamos ações em curso que colocam em interação a universidade e parceiros diversos do poder público e da sociedade civil na criação de políticas comuns”, destacou o diretor de Ação Cultural da UFMG e coordenador do festival, Fernando Mencarelli.

A abertura do Festival, no dia 4 de março, será às 19 horas, com a as propostas do projeto de Mapeamento Cultural da Universidade do Ciclo de Fóruns para subsidiar o futuro Plano de Cultura da UFMG. O plano é um importante documento, que será elaborado de forma participativa e indicará as ações prioritárias para a política cultural da universidade nos próximos anos. Na sequência, às 20 horas, o público confere o  Renegado Samba Groove, com participação de Elza Soares. O novo show do cantor e compositor mineiro Flávio Renegado reúne a contundência do rap mineiro com a cadência do samba carioca. No repertório, clássicos que todo mundo canta. Recentemente batizado como afilhado musical do ícone Elza Soares, Renegado convida sua madrinha para a gravação de uma apresentação especial, que será transmitida pelo Festival.

Ao longo dos dias seguintes, a programação promoverá outros encontros de consagrados artistas mineiros com o público, como a apresentação inédita do cantor e instrumentista Maurício Tizumba com a cantora Titane; o espetáculo on-line Doida no Quintal, com a atriz Teuda Bara e seu filho Admar Fernandes; ou a valorização de saberes tradicionais mineiros, na apresentação do grupo Mulheres do Jequitinhonha. Ao mesmo tempo, o evento abre espaço para grupos de jovens que atuam na cena cultural da capital mineira, como a Coletiva Afrolíricas, formada por três negras poetas independentes; ou o De Quebrada, um sarau com poetas e slamers de toda a região metropolitana. A atenção se volta para a periferia em diversos momentos, como na mostra de dança #DireitoaCulturaNasQuebradas, com sete dançarinos, pretas e pretos de BH, ou nas atividades desenvolvidas em parceria com a Rabiola Casa Escola: uma iniciativa surgida na Vila da Paz, que promove ações de comunicação popular voltadas para as periferias.

Respeitando os protocolos de saúde pública vigentes em função da pandemia de Covid-19, a maior parte da programação acontecerá de maneira on-line, com transmissão pelo canal da Diretoria de Ação Cultural da UFMG no Youtube. As ruas também terão intervenções com projeções de obras audiovisuais da Mostra Universidade Cidade.

É possível acompanhar as atualizações sobre o evento por meio de suas redes sociais: Facebook (facebook.com/festivaldeverao) e Instagram (instagram.com/festival_ufmg).

TRANSVERSAL – REDES DE CIDADANIA E DIREITO À CULTURA

A programação desta edição é proposta a partir da temática Transversal – Redes de cidadania e direito à cultura. O direito à cultura é uma garantia constitucional que se desdobra em políticas culturais nacionais e locais, presentes também nas políticas e nos planos de cultura das Instituições Públicas de Ensino Superior brasileiras.

O tema está presente nos debates promovidos durante o Festival, além das oficinas, mostras e produções apresentadas ao longo da programação. Ao reforçar a perspectiva de transversalidade dos direitos em todas as esferas, o evento busca destacar as redes de cidadania que perpassam os diversos campos sociais e culturais, seja nas instâncias do poder público, nas universidades e nos diversos campos de conhecimento.

No momento em que consolida sua gestão cultural, com uma política integrada para seus espaços e projetos culturais, a UFMG dá um passo importante para a criação de uma política cultural democrática e participativa, lançando, neste Festival, o convite para o processo de elaboração de um novo Plano Plurianual de Cultura e ampliando seu esforço de Mapeamento Cultural da universidade. No dia 8 de março, às 10h30 da manhã, acontece uma live explicativa sobre a metodologia deste trabalho.

Um marco ampliado para essa discussão envolve a realização do Seminário internacional Direito à Cultura, em parceria com universidades públicas brasileiras e latino-americanas integrantes da Associação das Universidades do Grupo Montevidéu (AUGM). O seminário reúne pesquisadores, gestores e agentes culturais em mesas-redondas e conferências, em que serão discutidas as relações dos direitos culturais com temas como democracia e cidadania, a implementação de políticas nos territórios e nas universidades e também as agendas nacionais e internacionais dedicadas ao tema dos direitos à cultura. Além disso, haverá uma mostra virtual com trabalhos de intercâmbio e cooperação nas áreas artística e cultural que foram realizados entre a UFMG e as universidades da AUGM.

ATRAÇÕES ARTÍSTICAS | MÚSICA, DANÇA, POESIA E TEATRO

O público poderá assistir a todas as atrações sem sair de casa. O cardápio cultural tem opções para quem se interessa por música, dança, poesia e teatro.

Já na abertura do evento, no dia 4 de março, às 20 horas, o público confere o show do rapper mineiro Renegado, Renegado Samba Groove, com participação de Elza Soares.

No dia 5, também às 20 horas, será transmitida a mostra de dança #DireitoaCulturaNasQuebradas, em que sete artistas da Grande BH traduzem, em forma de conceito coreográfico, sua trajetória na dança relacionada ao tema “Direito à cultura nas quebradas”. A mostra é organizada pelo dançarino e coreógrafo Marcelo Mendes.

Para quem é de poesia, no dia 6 de março, a partir das 19 horas, haverá a transmissão do sarau De Quebrada: não procure no centro. O sarau reúne poetas e slamers de toda a região metropolitana da capital, que expressam a arte por meio da palavra escrita e falada. O evento marca o lançamento do livro De quebrada, coletânea de poesias, fruto de oficina realizada durante a última edição do Festival de Verão UFMG, e que foi ministrada pela poeta e professora da Faculdade de Letras da UFMG, Emília Mendes.

No dia 8, às 19 horas, durante a cerimônia de abertura do 9º Congresso Brasileiro de Extensão Universitária (CBEU), a cantora Titane e o multiartista Maurício Tizumba se reúnem em uma apresentação em duo inédita, feita especialmente para o 15º Festival de Verão UFMG. No repertório, músicas que remontam ao início de suas carreiras, nos anos 80.

No dia 9, ao meio-dia, o Ars Nova – Coral da UFMG organiza a Mostra de Coros Universitários, com trabalhos que vêm sendo realizados por diferentes grupos e corais de Minas Gerais. Já às 19 horas, o Festival transmite o vídeo-performance-documental Vozes de Luta, em que o Grupo de Teatro Mulheres de Luta, da Ocupação Carolina Maria de Jesus, em Belo Horizonte, tratam de si, suas memórias e a importância do teatro, somados a cenas dos espetáculos montados pelo grupo Todas as Vozes, Todas Elas (2017) e AntígonaS (2019).

No dia 10 de março, ao meio-dia, tem apresentação do Grupo Sarandeiros, companhia de danças populares brasileiras, criada em 1980 na UFMG. Às 19 horas, a atriz Teuda Bara apresenta o espetáculo on-line Doida no Quintal, uma adaptação do espetáculo Doida, que ganha novos contornos em tempos de isolamento social e mistura cenas gravadas no quintal de sua casa, ao lado de seu filho Admar Fernandes. A direção é de Inês Peixoto.

No dia 11, último dia do Festival, ao meio-dia, o grupo Mulheres do Jequitinhonha realiza a apresentação dos versos de A terra, o canto e as mulheres do Jequitinhonha. Neste vídeo, elas apresentam as cantigas, que entoam a todo momento, cantando a terra, a seca, a chuva, os animais, os desafios e a poesia de se viver no sertão de Minas. Já às 19 horas, acontece a apresentação do Madrigal Renascentista Unifal, sob a regência de João Pedro Boroni.

Todas as apresentações serão feitas pelo canal da Diretoria de Ação Cultural da UFMG no YouTube: www.youtube.com/culturaufmg.

SEMINÁRIO INTERNACIONAL | DEBATES

O Festival de Verão UFMG também se apresenta como espaço para discussão e debates sobre questões pertinentes que envolvem a cultura, a Universidade e a juventude.

O evento acolhe a realização do Seminário Internacional Direito à Cultura, que reúne ao longo dos dias 4 e 5 de março, representantes de diversas universidades brasileiras e da América Latina. As conferências e mesas redondas serão transmitidas ao vivo pelo YouTube da Diretoria de Ação Cultural da UFMG.

No dia 6 de março, às 10h30, haverá transmissão da roda de conversa Arte como cura para corpos diversos na luta contra HIV-AIDS, em que educadores do projeto PrEP 15-19 da Faculdade de Medicina da UFMG convidam para um bate-papo o cineasta e pesquisador Vagner de Almeida e o escritor Salvador Corrêa, ambos ativistas que encontraram na arte as ferramentas não só de comunicação e articulação, mas também de luta por políticas e ações justas para o controle da epidemia do HIV.

Às 14h, será transmitido o Encontro com Afrolíricas – Escrevivências. Eliza Castro, Anarvore e Iza Reys, da coletiva Afrolíricas, conduzem uma roda de conversa para discutir sobre as “escrevivências”: como expressar nossos direitos por meio da poesia e contar nossa história, seja ela em forma de relato, desabafo ou a denúncia de fatos do nosso cotidiano, usando da palavra  para gerar uma comunicação acessível.

Já no dia 8 de março, a partir das 15 horas, será a vez do Fórum Tecnologias populares de comunicação, cultura e mobilização social, em que serão abordadas pesquisas e experiências em comunicação popular e arte voltadas para a realidade de periferias e favelas do Brasil. Durante a programação, será feito o lançamento da cartilha “Mandando a Real”, realizada pela escola livre Rabiola Casa Escola de Arte e Sensibilização, com orientações para grupos e pessoas que queiram desenvolver campanhas de comunicação junto à população de periferias.

MOSTRAS E EXPOSIÇÕES

Na sexta-feira, 5 de março, às 19 horas, será transmitida a roda de conversa Movências em experiência artísticas e culturais, bate-papo de abertura da exposição virtual Movências: transfigurações cotidianas. Esse é um projeto especial do Festival de Verão, em que o objetivo é revelar o talento de jovens artistas de Belo Horizonte que circulam, trabalham, estudam e integram ações artísticas e culturais no entorno da Praça da Estação. A exposição reúne trabalhos de 20 artistas das áreas de pintura, gravura, desenho, escultura, performance, fotografia, música, entre outras linguagens artísticas e culturais. A curadoria é de Wilson de Avellar.

Já a Mostra PRAE/DAC: criação em tempos de pandemia reúne trabalhos desenvolvidos por 28 estudantes de graduação e pós-graduação da UFMG. São obras de fotografia, vídeo, documentário, ilustração, texto ou outras linguagens, que abordam as implicações socioculturais relacionadas à pandemia. A mostra parte de uma iniciativa da Diretoria de Ação Cultural da UFMG (DAC) e da Pró-Reitoria de Assuntos Estudantis (PRAE) e marcou o lançamento do Programa de Fomento Cultural da universidade. No dia 6, às 17 horas, os participantes da mostra se juntam em uma roda de conversa para compartilhar as experiências no processo criativo das obras artísticas.

Outra exposição virtual irá resgatar a memória dos trabalhos realizados em parceria entre a Universidade Federal de Minas Gerais e outras cinco universidades que integram a Associação de Universidades Grupo Montevidéu (AUGM). Produção artística e cultural AUGM – memória e desdobramento: 20 anos mostra trabalhos desenvolvidos nas últimas décadas entre a UFMG e universidades da Argentina, Bolívia, Chile, Paraguai e Uruguai. A curadoria é de Fabricio Fernandino e Damián Kees.

Durante todo o Festival de Verão, a fachada do Centro Cultural UFMG recebe o estandarte Divercores, uma intervenção gráfica criada por um grupo de quinze jovens de 13 a 18 anos para valorizar e reivindicar o respeito às diversas identidades de gênero e orientações sexuais. Uma bandeira gigante construída a várias mãos, estampada em estêncil com rostos de pessoas LGBTQIA+ e não binárias, ocupando diferentes espaços da cidade. O Divercores inaugurou itinerância em dezembro de 2020 na fachada da Ocupação Carolina Maria de Jesus, e faz agora sua segunda parada no Festival de Verão UFMG.

OFICINAS

A programação do 15º Festival de Verão UFMG ainda oferece duas oficinas, gratuitas e abertas ao público. As atividades oferecem certificado de participação.

No dia 6 de março, das 16h às 18h, será realizada a oficina Líricas em ação, que aborda a escrita criativa na forma de poesia marginal. Ministrada por integrantes da coletiva Afrolíricas, a atividade será realizada pelo Zoom, sem necessidade de inscrição prévia – o link será divulgado 15 minutos antes, durante a live Encontro com Afrolíricas. São 25 vagas que devem ser preenchidas por ordem de chegada. A classificação é de 15 anos.

Já o laboratório Mandando a Real – Rabiola Casa Escola será ministrado nos dias 4, 5 e 9 de março, das 18h às 22h e no dia 6 de março, das 14h30 às 17h30. A oficina pretende trabalhar princípios da comunicação popular e as relações entre arte, tecnologia, comunicação e o saber. O link para o formulário de inscrições está disponível no site do Festival (www.ufmg.br/festivaldeverao). A classificação etária é de 16 anos.

SOBRE O FESTIVAL

Criado em 2007, o Festival de Verão UFMG é realizado anualmente pela Diretoria de Ação Cultural da UFMG. A iniciativa visa oferecer ao público e à cidade de Belo Horizonte um vasto e significativo programa cultural no período de férias de verão. A proposta é reconhecer e promover o processo de interação dinâmica entre CULTURA e EDUCAÇÃO. A programação é oferecida gratuitamente ao público e inclui cursos, oficinas e palestras que buscam contemplar, além da cultura e arte, todas as áreas de conhecimento atendidas pela Universidade.

 

TODA A PROGRAMAÇÃO É GRATUITA

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No Facebook: festivaldeverao

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Processo Seletivo de Professor Substituto – Edital nº 142, de 27 de Janeiro de 2021 – Departamento de Artes Plásticas – Pintura

Edital 141 – Departamento de Artes Plásticas – Área de Conhecimento: Pintura – 40 h – Professor Substituto

OFÍCIO CIRCULAR Nº 3/2020/CPPD-UFMG – Abertura de Edital de Processo Seletivo para Professor Substituto

Edital 142 – Edital 151 – Retificação_APL_- 40 h – Professor Substituto