Edital de Processo Seletivo 2021 do Prof-Artes/EBA/UFMG

O Conselho Gestor do Mestrado Profissional em Artes (PROFARTES) em Rede Nacional, no exercício das suas atribuições definidas pelo Capítulo V do Regimento PROFARTES, torna pública a realização do Exame Nacional de Acesso. O Exame será regido por este Edital e executado pelo Centro de Artes da Universidade do Estado de Santa Catarina – CEART/UDESC.

Edital nº 19-2021-CEART em 13 09 2021

Edital suplementar Prof-Artes EBA UFMG

Extrato Edital Suplementar Prof-Artes EBA UFMG 2021

 

Ernani Maletta compartilha vivências nos Festivais de Inverno UFMG em vídeo do Aulas Abertas

Texto: Assessoria do Centro Cultural UFMG

O convidado deste mês do Aulas Abertas, projeto do Centro Cultural UFMG, é o professor Ernani Maletta, que apresenta uma aula intitulada de A arte deve ir aonde o povo está. No vídeo ele conta um pouco das suas vivências nos Festivais de Inverno UFMG, nos quais teve a sua primeira participação no ano de 1993.

Vale destacar que o nome Aulas Abertas foi inspirado em um projeto de igual denominação que Ernani criou para o Festival em 2007, quando ainda era realizado em Diamantina. A homenagem destaca a importância dessa iniciativa em um dos mais importantes e tradicionais eventos culturais do país.

Ernani Maletta é artista, professor da UFMG, doutor em Educação e importante referência no que diz respeito à interação entre a Música e o Teatro, bem como quanto à polifonia cênica. É autor de uma peculiar metodologia criada para a prática musical na cena teatral, por ele registrada no livro Atuação Polifônica: princípios e práticas. Vem atuando ativamente na Itália desde 2010, ao lado da renomada artista e pesquisadora italiana Francesca Della Monica. É reconhecido pela intensa participação na criação de diversos espetáculos de teatro, em âmbito nacional e internacional.

Assista ao vídeo abaixo e conheça a trajetória do projeto Aulas Abertas dentro da programação do Festival de Inverno UFMG. Link do vídeo: https://youtu.be/G3jjdIdKxYg

O Aulas Abertas foi elaborado para oferecer um espaço de compartilhamento de ideias, conceitos e experiências, buscando a construção do conhecimento reflexivo e crítico pelo público, que terá acesso à fala de professores, pesquisadores e artistas convidados. Não se trata, portanto, de aulas propriamente ditas, mas discussões contextualizadas pelo olhar científico e humano, essenciais nesse momento de crise.

A cada semana será publicada uma nova aula através do Facebook, Instagram, YouTube e Site da Instituição. Confira os vídeos anteriores também por meio das redes sociais.

 

Escritor premiado pela UNESCO e ativista no movimento indígena participa do podcast sobre literatura do Centro Cultural UFMG

No sexto episódio do Podcast Leituras tivemos um bate-papo com Edson Kayapó, escritor premiado pela UNESCO, ativista no movimento indígena, ambientalista e doutor em Educação. Pertencente à etnia Mebêngôkre é autor dos livros “Projetos e presepadas de um Curumim na Amazônia”“Um estranho espadarte na aldeia” e coautor da coletânea “Nós: uma antologia de literatura indígena”.

Nascido no coração da Floresta Amazônica, no Estado do Amapá, Edson se define como filho de pai Kayapó. Além disso, considera-se também filho da Universidade Federal de Minas Gerais, instituição na qual graduou em História. Atualmente é professor do Instituto Federal da Bahia e da Universidade Federal do Sul da Bahia, onde leciona para povos indígenas e não indígenas. Dono de um espírito “desassossegado”, como diria Fernando Pessoa, dorme pouco, pensa em bastante coisa e trabalha muito.

O ambientalista nos conta que teve uma infância muito tranquila na floresta, tomou banho no Rio Amazonas, caminhou pela mata e ouviu histórias em volta de fogueiras. Aos onze anos foi levado por missionários para estudar em um colégio interno em Altamira, no Pará, onde teve contato com o sistema de ensino cristão e muitas regras, totalmente diferente do aprendizado baseado na oralidade que experimentou na aldeia. Após a experiência do internato assumiu uma postura de missionário e viajou por diversas cidades de Minas Gerais pregando o evangelho. Em 1990, iniciou o curso de História em Belo Horizonte, se tornou ateu, se formou e retornou ao Amapá, onde reencontrou sua espiritualidade originária.

O escritor afirma que a literatura de autoria indígena dá visibilidade aos saberes, às formas de pensar, às epistemologias e às cosmologias dos povos originários, além de fortalecer o movimento. Ele enfatiza que os textos dos escritores indígenas são fruto de um modo de existir coletivo, pois o conhecimento é adquirido por meio dos anciãos e transmitido pelas gerações através da oralidade. Edson acredita que a junção dos saberes científicos com os saberes indígenas levará a uma potencialização da produção do conhecimento, permitindo repensar a trajetória humana no planeta, a crise socioambiental e a desigualdade social.

O professor reconhece que historicamente a escola brasileira não indígena traz conteúdos relacionados aos povos originários apenas como uma herança, ignorando suas existências na contemporaneidade. Dar ênfase a herança passa a ideia de que ficaram apenas alguns traços das tradições e culturas indígenas para a sociedade brasileira, diz.  E completa, nós estamos presentes, as escolas brasileiras têm que lidar com esse movimento e essa realidade indígena. Edson afirma que com a “Educação Escolar Indígena Diferenciada, Intercultural, Bilíngue/Multilíngue e Comunitária” foram obtidos alguns avanços que levaram a valorização dos saberes tradicionais, o respeito aos modos de organização próprios e o resgate de línguas que estavam em processo de extinção.

O pesquisador relata que ao ter contato com a Teoria Decolonial, que surgiu na década de 60, percebeu que desde o século XVI os indígenas já a praticavam, pois não se sujeitavam ao modo de produção capitalista trazido pelo colonizador. A resistência fez com que fossem rotulados como preguiçosos, mentirosos, traiçoeiros e bárbaros. Neste sentido, Kayapó chama atenção para o risco de aprovação do Projeto de Lei 490/2007, que prevê alteração na demarcação das terras indígenas, o Marco Temporal. É muito grave, já que os povos indígenas são os que realmente garantem a preservação das florestas, ecossistemas e biomas, declara.

Edson Kayapó nasceu no estado do Amapá e é pertencente ao povo Kayapó. É Doutor pelo Programa Educação: História, Política, Sociedade da PUC-SP e mestre em História Social pela mesma instituição. Graduado em História pela UFMG, com Especialização em História e Historiografia da Amazônia pela Universidade Federal do Amapá. Pesquisador das questões amazônicas e indígenas, escritor premiado pela UNESCO e pela Fundação Nacional do Livro Infantil e Juvenil. Professor efetivo do Instituto Federal da Bahia, atuando na docência em licenciaturas, cursos técnicos e Pós-Graduação Lato Sensu, além de orientar TCCs e monografias. Exerce, ainda, as funções de docente e orientador de pesquisas de mestrado no Programa de Pós-Graduação em Ensino e Relações Étnico-Raciais na Universidade Federal do Sul da Bahia.
 
Ouça o podcast na íntegra e saiba um pouco mais sobre a trajetória do escritor indígena: https://spoti.fi/3tvRXP2 

Conheça o trabalho de Edson Kayapó em: www.instagram.com/edsonkayapobepkro/ 

Disponibilizamos para leitura a publicação “Culturas indígenas, diversidade e educação”, da qual Edson Kayapó é autor do capítulo “A diversidade sociocultural dos povos indígenas no Brasil: o que a escola tem a ver com isso?”https://bit.ly/38WEXrY 

Podcast Leituras
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A dramaturgia da tela dividida: Professor e alunos dos cursos de teatro e cinema da Escola de Belas Artes produzem filme remoto

Sob a orientação do Professor Rafael Conde do Departamento de Fotografia e Cinema da Escola de Belas Artes/UFMG os alunos dos cursos de teatro e cinema, em meio ao isolamento social, produziram remotamente três filmes nos últimos três semestres referentes ao período de 2020 a 2021.
Os filmes foram produzidos na disciplina “Ator e Jogo de Câmera” do Departamento de Fotografia e Cinema e do Departamento de Artes Cênicas da Escola de Belas Artes/UFMG.
O professor explica num desses filmes que ele chama “filme-plataforma” que:
“…estão chamando de dramaturgia da tela dividida isto que a gente está vivendo hoje, quer dizer, essa nossa vida remota é extremamente cinematográfica…As pessoas estão se relacionando através de uma câmera, de um equipamento, de uma máquina” (Trecho do filme-plataforma “O jogo de amarelinha” 2020)
Os títulos dos três filmes com nome de jogo fazem referência ao nome da disciplina de modo a concatenar e dar um sentido geral no processo de produção que, em tempos pandêmicos, reclamam ainda mais conexão. Os filmes são: O jogo de Amarelinha (2020), O Jogo da Vida (2020) e O Jogo da Velha (2021), disponibilizados na plataforma youtube.

O jogo da amarelinha foi o primeiro dessa série de três filmes até aqui produzidos remotamente, sendo a fala do professor Rafael Conde – sobre a “dramaturgia da tela dividida” – extraída do referido filme, uma forma de situar seu expectador para aquilo que ele considera ser um formato representativo do que a gente está vivendo agora, ou seja, nisso que o professor chama dispositivo de isolamento social.

“Para a criação do filme-plataforma foi proposto um dispositivo interativo no YouTube, em lugar de uma montagem linear mais convencional para      exibição dos filmes-experimentos em torno dos eixos: fluxo, fragmento, paisagem. A interatividade proposta refletia novas formas de exibir e interagir com o conteúdo, dentro de uma pesquisa teórico-prática potencial, tanto num contexto de cinema e artes digitais, quanto de adaptação para atual situação de isolamento social. Esse dispositivo de exibição permitiu uma manipulação do material, para criação de um terceiro filme – o filme-plataforma, que vocês podem ver ainda na rede.” (Prof. Rafael Conde)

Em atendimento à disciplina “Ator e Jogo de Câmera” os filmes-experimentos são realizados em grupo em torno de quatro temas gerais: Paisagem, Decupagem Clássica, fluxo e um trabalho final livre. Esses trabalhos é que são vistos na íntegra no final do filme-plataforma.

 

 

Edital 06 do Programa de Monitoria da Graduação – Disciplina: Xilogravura

A Chefe do Órgão Acadêmico Responsável do Departamento de Artes Plasticas, Professora Christiana Quady Firmato Brant, faz saber que, no período de 24/08/2021 a 31/08/2021, de 14:00:00 às 17:00:00 horas, o(a) dapl@eba.ufmg.br receberá as inscrições de candidatos para o exame de seleção do Programa para atuar nas disciplinas/atividades com carga horária de 12 horas semanais.

Edital 06 – Programa de Monitoria da Graduação –  Xilogravura

Obras de motivo religioso no acervo artístico da UFMG compõem exposição virtual

Texto: Assessoria de Imprensa da UFMG

A exposição virtual Figurações: imagética religiosa no Acervo Artístico da UFMG será inaugurada nesta terça, 24 de agosto, durante evento em comemoração ao Jubileu da Cúria Metropolitana de Belo Horizonte. Denominada Arte e devoção: o sagrado sob o olhar diverso da Universidade, a live será transmitida a partir das 15h, pelo canal no YouTube da Diretoria de Ação Cultural (DAC) da UFMG (www.youtube.com/culturaufmg).

Figurações reúne cerca de cem obras. “Aproveitamos a ocasião dos cem anos da Cúria Metropolitana para revolver nosso acervo e extrair dele uma experiência plural sobre o universo imagético do cristianismo”, afirma o diretor de Ação Cultural da UFMG, Fernando Mencarelli, referindo-se ao Acervo Artístico da UFMG, que reúne mais de 1.700 obras.

No ambiente da mostra, desenvolvido pelo doutorando da Escola de Belas Artes Pedro Veneroso, o visitante poderá apreciar pinturas, esculturas, gravuras e objetos produzidos em diferentes contextos e que atualmente se localizam na Reserva Técnica do Espaço Acervo Artístico da DAC, no Campus Cultural UFMG em Tiradentes e em outras unidades da Universidade. As obras datam dos séculos 16 ao 20 e foram organizadas em narrativa expositiva, que propõe quatro eixos de interpretação: A devoção e o templo; O povo, o rito, a festa; Os modernos e o substrato religioso; A igreja e a montanha. Também será possível navegar por textos escritos por especialistas convidados, que revelam aspectos do contexto simbólico e de produção dessas obras.

Mais de 30 pesquisadores e técnicos participaram do trabalho investigativo e de montagem da exposição, incluindo uma série de videoentrevistas que serão disponibilizadas nos próximos meses, um catálogo e intervenções audiovisuais que exibidas em Tiradentes e na fachada digital do Espaço do Conhecimento UFMG, localizado na Praça da Liberdade. Esses conteúdos mostram como o fenômeno da religião é constitutivo das mais diversas expressões da nossa sociedade.

“O fenômeno religioso é múltiplo e inerente à aventura humana. De forma que a produção plástica ocidental, longamente endereçada a também figurar o substrato religioso cristão, oferece-nos um panorama complexo de tradições visuais e práticas culturais abrangentes”, comenta o curador Matheus Drumond, que é doutorando em História da Arte na PUC-Rio e professor substituto do Departamento de Teoria e História da Arte da Universidade do Estado do Rio de Janeiro.

Acervo pessoal

De acordo com a coordenadora da exposição, a professora Verona Segantini, da Escola de Belas Artes da UFMG, Figurações é um convite a compreender as criações artísticas em contextos mais amplos. Ela diz que a exposição ajuda a revelar uma série de práticas simbólicas e culturais que emprestam às imagens seu sentido mais fundamental. “Os objetos, ao figurarem modos de contato com o sagrado ou reminiscências de sua profunda penetração na cultura, convocam uma discussão aberta sobre sistemas de representação, práticas sociorreligiosas, expressões tradicionais e artísticas”, esclarece.

A exposição será tema de mesa-redonda no evento comemorativo do centenário da Cúria Metropolitana.

Curso sobre recepção teatral e estudos do espetáculo da UFMG recebe inscrições até 20 de agosto

Texto: Assessoria de Informação da Faculdade de Letras da UFMG

A Faculdade de Letras (Fale) da UFMG recebe até sexta-feira, 20 de agosto, inscrições para o curso on-line Recepção teatral e estudos do espetáculo. Promovida pelo Centro de Extensão (Cenex) da unidade, a formação terá atividades entre outubro deste ano e fevereiro de 2022, sempre às segundas-feiras, das 19h às 21h. As inscrições podem ser feitas pelo site de Cursos e Eventos da UFMG, e serão emitidos certificados para os participantes.

Uma parcela das vagas (10%) será destinada a bolsistas, conforme condições informadas no site. O curso é destinado a pessoas interessadas em teatro, com foco em professores do ensino básico e profissionais de áreas diversas. Não há necessidade de conhecimento prévio sobre o assunto.

O objetivo do curso é oferecer diferentes perspectivas para a leitura da cena teatral, com base na fruição e discussão de espetáculos pré-selecionados. A intenção é valorizar a experiência do espectador, a partilha de percepções e o estímulo ao olhar crítico sobre as criações cênicas, e fornecer instrumentos para a observação e análise de espetáculos. Durante a pandemia, serão abordados espetáculos de teatro on-line.

A coordenação do curso é de Elen de Medeiros, e as aulas serão ministradas por Julia Guimarães, ambas professoras da Fale na área de Literatura e Outras Artes. A atividade integra as ações do programa de extensão Mirante – Recepção e Expectação Teatral, vinculado à Faculdade. Concebido pelas professoras Elen de Medeiros, Julia Guimarães e Tereza Virgínia, o Mirante tem o objetivo de contribuir para a ampliação, a diversificação e a qualificação de espectadores de teatro.

 

Marília Bergamo fala sobre arte procedural em nova fase do projeto Aulas Abertas

Texto: Comunicação do Centro Cultural UFMG

O projeto Aulas Abertas inicia uma nova fase em que os vídeos terão uma periodicidade mensal, abrindo espaço a outros conteúdos que foram surgindo ao longo desse tempo de trabalho no ambiente virtual, onde foi elaborada uma intensa programação online. Para não esgotar as temáticas das aulas, agora os artistas, pesquisadores e professores são convidados a trazer assuntos de seus interesses e habilidades, dando continuidade a contribuição para a construção do conhecimento reflexivo e crítico do público.

Para inaugurar essa nova fase a professora Marília Bergamo nos apresenta uma aula sobre “Arte Procedural”.

Marília diz que Brasília foi construída a partir de lógicas e essas lógicas formam um modo de ver o mundo, pois nelas encontramos padrões que estão na natureza, na arte e na arquitetura. Através de uma brincadeira a professora demonstra a potência que o computador é capaz de trazer, principalmente para a geração desses padrões, além de abordar outras questões da arte computacional.

Bergamo explica o que é a arte do algoritmo, também chamada de arte de código ou arte procedural. Ela diz que um algoritmo é como uma receita, um método passo a passo para resolver um problema e é um dos blocos de construções fundamentais da Ciência da Computação. Os computadores podem processar algoritmos em velocidades e escalas maiores que o cérebro humano, permitindo que os artistas criem imagens como a arte fractal, geradora de geometrias recursivas e que podem ser imersivas ou responderem ao som e ao movimento.

Ela descreve que foi no início da década de 1960 que os pesquisadores formaram os primeiros trabalhos em arte generativa e computacional, que é um processo de geração de novas ideias, formas, cores ou padrões por meio desses algoritmos. Primeiro se criam as regras, que fornecem limites para o processo de criação, então o computador segue essas regras para produzir novos trabalhos em seu nome, em contraste com os artistas de outras formas de arte, que podem passar dias, ou até meses, explorando uma ideia.

Os artistas do código generativo usam os computadores para gerar várias ideias em meio segundo e aproveitam o poder do processamento moderno para inventar uma estética instruindo programas a serem executados dentro de um conjunto de restrições lógicas, guiando o processo até o resultado desejado.

Para finalizar sua aula, Marília afirma que a computação é também arte e não uma ferramenta na mão de um artista, ela é uma lógica de abstração que, uma vez sintetizada, passa então a fazer parte do mundo, conclui.

Assista ao vídeo abaixo e compreenda um pouco mais sobre os mecanismos procedurais de criação.

Link do vídeo: https://youtu.be/NLN6xiI-hAY

Marília Bergamo é professora titular da UFMG na área de pesquisa de poéticas tecnológicas. Leciona na graduação nas áreas de Design e Artes Digitais. Desenvolveu obras de arte que exploram a relação entre arte computacional interativa, design de interação e a criação de interfaces multimodais. Desde 2012 seu foco tem sido em sistemas artificiais evolucionários.

O projeto Aulas Abertas foi elaborado para oferecer um espaço de compartilhamento de ideias, conceitos e experiências, buscando a construção do conhecimento reflexivo e crítico pelo público, que terá acesso à fala de professores, pesquisadores e artistas convidados, não sendo assim aulas propriamente ditas, mas discussões contextualizadas pelo olhar científico e humano, essenciais neste momento de que estamos vivendo.

A cada mês será publicada uma nova aula através do Facebook, Instagram, YouTube e Site da Instituição.

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