Centro Cultural UFMG transmite espetáculo virtual da Cia Pierrot Lunar na Virada Cultural de Belo Horizonte

No dia 16 de outubro de 2021, às 19 horas, o Centro Cultural UFMG transmite em seu canal do YouTube o espetáculo virtual “Antigamente é quando?” da Cia Pierrot Lunar. A dramaturgia é de Ana Regis e a direção é compartilhada entre Ana Regis, Léo Quintão e Neise Neves. A transmissão é aberta ao público e integra o projeto Baixo Centro En[cena], como parte da programação do Circuito Cultural UFMG e Virada Cultural de Belo Horizonte. Classificação livre.

Antigamente é quando – Cia Pierrot Lunar por Davi TNQ

Em isolamento há vários meses, Lara e Gui arrumam a casa e desarrumam a vida. A rotina do dia a dia se mostra frágil diante da intensa convivência no confinamento. Escolhas feitas em mais de 20 anos de relacionamento revelam-se agora um incômodo. Mas antigamente não. Antigamente, quando? Quando namoravam? Antes do último carnaval?

Antigamente é quando? aborda os desafios causados pelo isolamento social no cotidiano de um casal. O novo trabalho da Cia Pierrot Lunar foi realizado a convite do Sesc Palladium de Minas Gerais, pelo projeto Criações Digitais. O espetáculo virtual foi concebido para transmissão via Instagram, com captação de imagens, operação de câmera e atuação do próprio elenco, formado pela atriz Neise Neves e pelo ator Léo Quintão.

Formada em dezembro de 1993, a Cia Pierrot Lunar apresenta em seu currículo onze espetáculos, cenas curtas, leituras dramáticas, o ‘Palco BH – primeiro guia de artes cênicas de Belo Horizonte’ (produzido entre os anos de 2000 e 2005), e diversos eventos, como o ‘Bazar de Histórias’, que promove a integração entre espectador e artista; o ‘Café com Cinema’, um resgate do cinema de bairro, com exibições gratuitas; a curadoria e produção do 21º e 22º Encontro Sesi de Artes Cênicas de Araxá/MG); a ‘Mostra Mulheres em Cena’, que apresenta espetáculos que têm a mulher como foco; o ‘Curta Dança – primeira mostra de danças curtas’; e o ‘Aberto para o Jantar – coma, beba e seja feliz’, evento de gastronomia e arte da Cia.

O Baixo Centro En[cena] faz parte do Circuito Cultural UFMG, um projeto da Diretoria de Ação Cultural da UFMG, por meio do qual artistas locais, regionais e de relevância nacional e internacional se apresentam para a comunidade. Adaptado para o ambiente virtual desde março de 2020, o projeto tem contribuído para a circulação de produtos artístico-culturais durante a pandemia. O objetivo principal é promover a articulação, interação e interlocução entre todos os espaços culturais vinculados à DAC, potencializando a integração das ações artístico-culturais da UFMG. Todas as atividades são gratuitas e abertas para a comunidade externa.

A UFMG, através de seus espaços culturais, participa da Virada Cultural de Belo Horizonte com uma programação virtual especial. Visite os canais online dos espaços culturais da Diretoria de Ação Cultural para acompanhar shows, exposições, espetáculos, aulas abertas e muito mais nos dias 16 e 17 de outubro de 2021.

Antigamente é quando?
Espetáculo virtual com a Cia Pierrot Lunar
Dramaturgia: Ana Regis
Direção: Ana Regis, Léo Quintão e Neise Neves
Data: 16/10/2021
Horário: 19 horas
Local: https://www.youtube.com/c/CentroCulturalUFMG
Aberto ao público | Classificação livre

Projeto Baixo Centro En[cena]
Última sexta-feira do mês no canal do YouTube do Centro Cultural UFMG

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Grupo Bambulha participa do podcast de música do Centro Cultural UFMG

No sétimo episódio do Podcast Recitais tivemos um bate-papo com os educadores musicais do grupo Bambulha, formado por Angelita Broock, Cecília Santos, Gabriel Formagio, Gustavo Brito, Gustavo Pagani, Silene Leão e Vinni Carlos. Dedicado ao público infantil, seu repertório é composto por músicas autorais e do cancioneiro popular brasileiro, com arranjos próprios que passeiam por vários estilos musicais. Criado em 2019, o grupo é um projeto de extensão relacionado ao Centro de Musicalização Integrado (CMI) da Escola de Música da UFMG e faz parte do Movimento Música e Infância (MOVMI).

Angelita Brook, professora da Escola de Música da UFMG, diretora do CMI e coordenadora do grupo, nos descreve que quando chegou à UFMG, em 2018, existia um desejo enorme de ter um trabalho que fosse destinado ao público infantil, pensando na família e em uma proposta de música para criança a partir de ideias da iniciação musical. Apoiada nesse desejo, ela convidou alguns alunos com formações específicas – canto, baixo, guitarra, percussão, etc. – e formou o grupo Bambulha.

O nome surgiu a partir de uma brincadeira, diz Angelita, que nos conta que a Escola de Música é rodeada de Bambu, planta de raízes fortes, que está sempre agrupada, uma ao lado da outra e remete à força. Tanto a Escola de Música quanto o bambuzal que a envolve encontram-se na região da Pampulha, em Belo Horizonte, portanto o nome Bambulha, denominação que também virou verbo, ação e diversão entre os integrantes do grupo.

O objetivo do Bambulha é dar oportunidade aos alunos da licenciatura em música de estar no palco e realizar uma produção musical, explica Brook. A licenciatura é muito voltada para a sala de aula, enquanto os cursos de bacharelado permitem que os alunos vivenciem a prática. Através do grupo os alunos têm a chance de produzir materiais didáticos, criar composições, construir arranjos, elaborar espetáculos, apresentar em público, além das vivências com crianças e formação de professores. Dessa maneira, o Bambulha trabalha a área artística, a área pedagógica e a área de pesquisa.

As características individuais de cada integrante e o conhecimento específico em áreas musicais diferentes complementam no processo criativo, resultando em elementos distintos presentes nos arranjos e composições, tornando as canções do grupo extremamente ricas, principalmente as autorais. Essa experiência levada para dentro da sala de aula é transformadora, pois as crianças se mostram mais instigadas e curiosas e o grupo consegue perceber quais são os seus interesses, do que elas gostam e trazer esses elementos para um acorde, uma harmonia e uma melodia. É uma sementinha que vira algo muito interessante e a gente tem um amor e orgulho muito grande por cada composição nossa, diz Silene.

Não subestimar a capacidade das crianças é algo muito discutido pelo grupo, pois a criança é um ouvinte crítico, sabe o que quer ouvir, o que a agrada e o que não a agrada. É importante nutrir essas crianças musicalmente, levar estilos e timbres variados, seja com o violão, o banjo, a viola, o baixo, um galão de água ou um reco-reco de lata, diz Angelita. Buscar timbres e estilos diferenciados, fazer brincadeiras sonoras, trazer momentos de silêncio, ouvir as crianças, ter esse contato mais estreito com elas e permitir que façam suas próprias músicas são didáticas aplicadas pelo grupo. Os educadores musicais levam para a sala de aula a diversidade e a qualidade musical, algo que também se reflete no grupo Bambulha.

Ouça o podcast na íntegra e conheça um pouco mais sobre o Bambulha: https://spoti.fi/3DnpQFj

Conheça o grupo Bambulha em: www.instagram.com/bambulha/ e www.youtube.com/c/GrupoBambulhaCMIUFMG

O Podcast Recitais é um projeto que pretende disponibilizar mensalmente no Spotify conteúdos em áudio relacionados à música. A proposta surgiu para ampliar a programação online do espaço, oferecer ao público da internet uma discussão sobre o universo musical, além de dar visibilidade aos artistas, que estão tendo que encontrar formas de se reinventar neste momento de distanciamento social. Os convidados terão espaço para apresentarem seus trabalhos autorais, sejam os que estão começando sua trajetória nos palcos e até mesmo os já consagrados.

Podcast Recitais
O podcast de música do Centro Cultural UFMG.
Uma vez por mês no Spotify

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Formação Transversal em Culturas em Movimento e Processos Criativos oferta nove disciplinas para o segundo semestre

Texto: Relações Públicas da Diretoria de Ação Cultural da UFMG

Para o segundo semestre de 2021, a Formação Transversal em Culturas em Movimento e Processos Criativos, organizada pela Diretoria de Ação Cultural da UFMG (DAC), ofertará nove disciplinas, que contemplam as áreas de artes cênicas, projetos, design, fotografia, música, comunicação e performance. Este será o primeiro semestre em que o já conhecido Passaporte Cultural (modalidade em que o estudante pode assistir apresentações artísticas e culturais e transformá-las em créditos) e os Seminários Transversais serão ofertados como disciplinas.

A mudança na grade de oferta amplia o acesso dos estudantes às duas modalidades, que anteriormente eram restritas àqueles previamente matriculados em alguma disciplina da Formação Transversal em Culturas em Movimento e Processos Criativos. A partir de agora, os estudantes podem se matricular diretamente nestas duas matérias, cujo objetivo é incentivar a fruição de produções culturais e estimular os alunos a experienciar a arte e a cultura em suas múltiplas formas, enriquecendo sua formação cultural durante a vivência universitária.

Por meio do Passaporte Cultural, os estudantes podem ser creditados por suas participações em eventos como espetáculos e manifestações da cultura, além de visitas a museus e exposições de instituições parceiras da DAC espalhadas pela Região Metropolitana de Belo Horizonte. Jó os Seminários Transversais permitem a creditação da presença em seminários, oficinas, workshops e outras atividades formativas. A frequência nos eventos deve ser registrada pelo aluno, de acordo com as orientações e os critérios estabelecidos pela Formação, e será validada após a devida apuração da Comissão Coordenadora.

Formação com foco em cultura e artes
Desde 2016, a Formação Transversal em Culturas em Movimento e Processos Criativos é ofertada pela DAC, propondo modos de experimentação, criação e discussão acerca das culturas e das artes, de forma a articular extensão, ensino e pesquisa, assim como investir na formação cultural, artística, cidadã e crítica dos estudantes. As disciplinas do segundo semestre de 2021 reforçam a importância da interdisciplinaridade e abordam temas de relevância acadêmica e social, como pode ser visto aqui.

Um destaque é a nova disciplina Planejar para a liberdade – ateliê de objetos cibernéticos de segunda ordem, que será ministrada pelo professor José dos Santos Cabral Filho, da Escola de Arquitetura. A atividade propõe investigar a ideia de liberdade por meio da construção de objetos, focando nas possibilidades democráticas dos conceitos cibernéticos e nas diferentes linguagens dentro do campo de conhecimento do aluno. Além de objetos físicos, poderão ser elaborados textos, peças gráficas, partituras, esculturas, desenhos, mecanismos, circuitos eletrônicos, códigos de programação, colônia de bactérias, entre inúmeras outras possibilidades.
Matrículas

As inscrições seguem o cronograma publicado pela Pró-Reitoria de Graduação (Prograd), com abertura de matrículas a partir de 14 de outubro e prazos específicos para alunos da graduação, pós-graduação e para o público externo. Alunos da graduação devem fazer o requerimento online pelo Sistema Integrado de Gestão Acadêmica (SIGA) durante a 3ª fase da matrícula, entre os dias 14 e 15 de outubro. Os pós-graduandos têm até o dia 19 do mesmo mês para enviarem o requerimento de matrícula para o e-mail da Secretaria das Formações Transversais ( transversal@prograd.ufmg.br). Já os interessados que não estudam na UFMG podem solicitar a matrícula na modalidade “disciplina isolada” até o dia 21 de outubro, mediante disponibilidade de vagas.

Centro Cultural UFMG realiza mostra de cinema alemão em mês marcado pela reunificação da Alemanha

O Centro Cultural UFMG realiza a segunda edição do CineCentro Convida, projeto voltado para a realização de mostras idealizadas por curadores convidados. O objetivo é dar acesso a uma seleção de filmes que vão além do óbvio, permitindo novos olhares e proporcionando ao público uma programação mais diversa e plural.

Sarah Jacobs

A curadoria de outubro foi idealizada pela professora leitora Sarah Jacobs, do Serviço Alemão de Intercâmbio Acadêmico (DAAD) na UFMG, que escolheu oito filmes representativos da produção cinematográfica de seu país, disponíveis em plataformas de streaming no Brasil. O objetivo da mostra é apresentar um breve panorama do cinema alemão atual, reunindo filmes de variados temas e gêneros, como política, história alemã, comédia, documentário e trajetórias pessoais.

A mostra tem início no dia 5 de outubro de 2021, mês marcado pela reunificação da Alemanha, com um vídeo de abertura da curadora apresentando aspectos da seleção e uma programação complementar. Na programação complementar constam duas lives: a primeira será realizada no dia 19, com o professor Elcio Cornelsen, sobre as “Tendências do cinema alemão desde 1990”; a segunda será realizada no dia 21, com os convidados Donny Correia e Claudia Dornbusch, sobre o “Cinema alemão em debate”. As lives serão transmitidas ao vivo, às 18 horas, pelo canal do Centro Cultural UFMG no YouTube. O vídeo da curadora também será disponibilizado no referido canal.

Sarah Jacobs é professora leitora do Serviço Alemão de Intercâmbio Acadêmico (DAAD) na Faculdade de Letras da UFMG. Mestre em Educação na Alemanha (alemão/espanhol) dá aulas de língua e cultura alemã e atua nas áreas de didática, pedagogia e sociologia. É responsável pela divulgação de informações, palestras e oficinas relacionadas ao DAAD.

Veja a seguir os filmes da mostra de cinema alemão:

Vídeo de apresentação da mostra de cinema alemão

A curadora Sarah Jacobs apresenta aspectos da seleção dos filmes da mostra e uma programação complementar.

Link para o vídeo: https://youtu.be/VrlcsqcX0Kc

05.10Isi & Ossi – 2020 | 14 | 113’ | Comédia, Romance | Direção: Oliver Kienle | Disponível: Netflix.

Isi & Ossi

Para convencer os pais a deixá-la realizar seu sonho de estudar culinária em Nova York, a filha de um bilionário finge estar namorando um boxeador pobre.

07.10Nós somos jovens. Nós somos fortes – (Wir sind jung. Wir sind stark) 2014 | 14 | 123’ | História alemã, radicalismo de extrema-direita, crime, drama, história | Direção: Burhan Qurbani | Disponível: Netflix.

Nós somos jovens. Nós somos fortes

Em 1992, três moradores totalmente diferentes de Rostock, na Alemanha, se envolvem em uma manifestação xenofóbica que estremece a cidade. O filme relata um dos piores ataques xenófobos na história alemã do pós-guerra.

14.10O jovem Karl Marx – (Der junge Karl Marx) 2017 | 14 | 118’ | Biografia, história, política, drama | Direção: Raoul Peck | Disponível: Amazon Prime Video.

O jovem Karl Marx

A juventude de Karl Marx no período em que ele luta para expor suas ideologias, o início de seu casamento com Jenny von Westphalen e a sua amizade com Friedrich Engels.

19.10 Live: “Tendências do cinema alemão desde 1990”, com Elcio Cornelsen, às 18h.

A queda do Muro de Berlim – em 09 de novembro de 1989 – e o período da chamada “Wende” (mudança; virada), que culminou com a reunificação da Alemanha – consumada em 03 de outubro de 1990 – tiveram impacto no âmbito cinematográfico, não só em relação ao modo de liderar com temas do passado, como também em relação aos novos desafios do presente, em uma nova ordem geopolítica e social.

Link para a transmissão: https://youtu.be/JJy0Dc3O0B0

Elcio Cornelsen é Professor Titular da Faculdade de Letras da UFMG. Atua na Graduação em Letras – Alemão, e também na Pós-Graduação em Teoria da Literatura e Literatura Comparada (PÓSLIT/FALE/UFMG) e em Estudos do Lazer (PPGIEL/EEFFTO/UFMG). É bolsista de Produtividade em Pesquisa do CNPq.

19.10 – Nunca deixe de lembrar – (Werk ohne Autor) 2018 | 14 | 183’ | História alemã, arte, biografia, drama, romance | Direção: Florian Henckel von Donnersmarck | Disponível Amazon Prime Video.

Nunca deixe de lembrar

Dois estudantes de arte se apaixonam, mas o pai da garota, que guarda um segredo devastador, está decidido a acabar com o

Elcio Cornelsen                     relacionamento. O que nenhum deles sabe é que suas vidas já estão conectadas através de um crime terrível que esse pai cometeu décadas atrás.

 

21.10 – Live: “Cinema alemão em debate”, com Donny Correia e Claudia Dornbusch, às 18h.

A partir dos filmes da mostra, os convidados destacam aspectos estéticos, cinematográficos, sociais, políticos, históricos e culturais, que se evidenciam nas diversas narrativas presentes, buscando situá-los na contemporaneidade, em sua especificidade alemã.

Donny Correia

Link para a transmissão: https://youtu.be/KjYsxEJr_j0

Donny Correia é mestre e doutor em Estética e História da Arte pela USP. É crítico e pesquisador de cinema e arte, membro da Abraccine e ABCA. Tem como especialidades o Expressionismo e o Dadaísmo nas artes visuais da Alemanha e o cinema de Weimar.

Claudia Dornbusch

Claudia Dornbusch é mestre, doutora e livre-docente em literatura alemã pela USP, onde lecionou por 30 anos. Em sua tese de livre-docência analisou as representações da ausência do cinema alemão após a queda do Muro de Berlim, bem como na literatura do mesmo período. Suas pesquisas se concentram na interação entre literatura e cinema, fotografia, dança, pintura, música e outras artes. É apresentadora do programa CinedELA pela Escola Livre de Artes.

21.10 – Altos negócios – (Betonrausch) 2020 | 16 | 94’ | Comédia, drama | Direção: Cüneyt Kaya | Disponível: Netflix.

Altos negócios

Disposto a fazer qualquer coisa para ficar rico, um jovem e seu amigo viram o mercado imobiliário de cabeça para baixo, mas nem tudo sai como o esperado.

26.10 Quando a vida acontece – (Was wir wollten) 2020 | 16 | 93’ | Drama | Direção: Ulrike Kofler | Disponível: Netflix.

Um casal com dificuldade para engravidar vai passar férias em um resort na Sardenha, mas a família do quarto ao lado pode colocar esse casamento à prova.

28.10Destino felicidade – (Expedition Happiness) 2017 | 16 | 95’ | Documentário | Direção: Selima Taibi | Disponível: Netflix.

Destino felicidade

Um cineasta e a namorada fazem uma viagem inesquecível com seu cachorro pela América do Norte em um ônibus escolar adaptado.

E amanhã… o mundo todo

04.11E amanhã… o mundo todo – (Und morgen die ganze Welt) 2020 | 16 | 110’ | Crime, drama, romance | Direção: Julia von Heinz | Disponível: Netflix.

Uma estudante de direito se une a um grupo antifascista e se vê envolvida em situações cada vez mais perigosas e violentas.

CineCentro Convida Sarah Jacobs | Mostra de Cinema Alemão
Terças e quintas-feiras nas Redes Sociais e Site do Centro Cultural UFMG

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Artista Mário Zavagli é contemplado em projeto do Centro Cultural UFMG

O Centro Cultural UFMG disponibiliza nesta sexta-feira, dia 1º de outubro de 2021, a quarta edição do projeto Diálogos: Artista e Curador(a), que contempla o pintor, desenhista e gravador Mário Zavagli, com a exposição virtual “Alphabeto”. A mostra tem a curadoria de Douglas de Freitas, curador associado do Instituto Inhotim, um dos mais importantes acervos de arte contemporânea do Brasil.

Alphabeto – Mário Zavagli

Mário Zavagli idealizou no início dos anos noventa uma série que aproximasse imagens, palavras e acaso. Na época ela não foi concretizada e, quatro décadas depois, o artista retoma o projeto ao qual deu o nome de Alphabeto. O termo vem do grego alpha + beta e representam as duas primeiras letras do alfabeto grego, origem do alfabeto latino, que é adotado pela língua portuguesa.

Segundo Zavagli, a retomada veio de forma menos ambiciosa, mais objetiva e menos aleatória. Os trabalhos têm praticamente as mesmas dimensões e foram realizados utilizando apenas as técnicas da aquarela e do desenho. Ao todo são 27 obras, uma para cada letra do alfabeto, de A a Z, e outra em dimensões maiores relacionada ao título da mostra.

Mário produziu a série entre março de 2017 e dezembro de 2019 e para escolher cada palavra fez um levantamento de dezenas delas. Para cada uma das 26 letras que, de alguma forma me atraíam com ótimas possibilidades temáticas e expressivas, construí a presente série, diz.

Mário Zavagli

A série virou uma exposição virtual e o diálogo entre o artista e o curador se dá através do link a seguir: https://youtu.be/RDf3dWyoMrM

Acesse as obras da exposição em: https://youtu.be/HaTK-N_DBjs

Mário Zavagli é natural de Guaxupé, Minas Gerais. Pintor, desenhista e gravador, foi professor adjunto de desenho e pintura da Escola de Belas Artes da Universidade Federal de Minas Gerais entre 1976 e 2015. Ao longo de sua carreira realizou 38 exposições individuais, participando de mostras coletivas e salões de arte em vários estados brasileiros e também na Alemanha, Áustria, França, Bélgica, Espanha, Portugal, Grécia, Argentina, entre outros países. Vive e trabalha em Belo Horizonte.

Douglas de Freitas é natural de São Paulo e atualmente trabalha como curador associado do Instituto Inhotim, em Brumadinho, Minas Gerais, considerado o maior centro de arte contemporânea a céu aberto do mundo.

Douglas de Freitas

O projeto Diálogos: Artista e Curador(a) pretende disponibilizar exposições virtuais em formato de vídeos documentários mensalmente nas redes sociais do Centro Cultural UFMG. A partir de recortes curatoriais cronológicos, os vídeos trazem uma linha evolutiva no tempo e no percurso da criação do artista, oferecendo ao espectador a oportunidade de percorrer virtualmente pelas obras, através de simulação 3D, sendo mediado pelos comentários do artista e do curador.

O projeto vai apresentar nomes expressivos do cenário artístico e oferecer ao público conteúdos com excelência, associados a uma reflexão aprofundada no contexto da arte contemporânea nacional e internacional, permitindo que avancem em seus conhecimentos e nas maneiras de fazer e pensar a arte.

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Companhia de Teatro participa do podcast sobre a residência artística do Centro Cultural UFMG

No sexto episódio do Podcast Residência Artística tivemos um bate-papo com alguns dos integrantes da Companhia de Teatro, atualmente formada por Luiz Paixão, Mariana Bizzotto, Bruno Hilário, Isabella Saibert, Arthur Bello, Alberto Tinim, Nah Rachid e Luciana Veloso. Criada em 1993 pelo diretor teatral Luiz Paixão e pela atriz Anália Marques, sua atividade não se limita às produções teatrais, estendendo-se também à pesquisa estética e à qualificação de profissionais de teatro, sendo reconhecida como uma das companhias mais atuantes e premiadas de Belo Horizonte.

A Companhia de Teatro surgiu da necessidade de pensar em uma produção que tivesse a assinatura de seus fundadores de maneira mais efetiva, bem como da necessidade de desenvolver uma linguagem e um aprofundamento estético e ideológico do teatro. O primeiro espetáculo realizado pelo grupo – Sob o signo do prazer – já delimitou um pouco o campo investigativo e a pesquisa que pretendiam se dedicar, a partir daí eles foram se aprofundando nos estudos e suas inquietações pessoais se transformaram em inquietações coletivas.

Segundo Luiz Paixão, em 1996 eles viveram um momento muito complicado no ensino do teatro em Belo Horizonte. Havia as escolas profissionalizantes, que seguiam um rigor muito grande, além das escolas livres que, em sua percepção, pecavam pela qualidade. Sendo assim, foi fundada a Companhia de Teatro Escola de Arte, para que se aproximasse do rigor dos cursos profissionalizantes e, ao mesmo tempo, tivesse a liberdade dos cursos livres, possibilitando uma nova postura de formação. A escola permaneceu ativa durante 20 anos e formou pessoas importantes do cenário teatral mineiro e brasileiro.

Luiz pauta os espetáculos desenvolvidos pela Companhia de Teatro que merecem destaque, dentre eles Sob o signo do prazer, que inaugurou o grupo; Medéia, vencedor de três prêmios importantes no Festival de Teatro de São José do Rio Preto, em 1999, abrindo portas para a companhia no país; além de Fausto; Troianas e Capitão Fracasso. O diretor apresenta um carinho muito especial por Capitão Fracasso, pois a peça tem uma relação bem próxima com a vida do grupo e com a sua própria carreira. A montagem é muito querida e respeitada pelo público, consolidou a companhia na América Latina, está proporcionando abertura para outras regiões do mundo e é o cartão de visitas deles.

A Companhia de Teatro participou de duas residências no Centro Cultural UFMG, inclusive boa parte de Capitão Fracasso foi concebida na instituição. Eles nos contam das possibilidades que o espaço oferece para o fortalecimento de seus trabalhos, da importância da Residência Artística para os grupos de pesquisa independentes, da segurança de ter um local durante um ano para desenvolver a arte, do intercâmbio de conhecimento que um grupo compartilha com o outro e de toda a movimentação artística que rege o lugar.

Para finalizar, os artistas apresentam as dificuldades e perspectivas para o atual cenário do teatro em Belo Horizonte, os problemas resultantes das leis de incentivo e o público reduzido com a reabertura dos espaços culturais. Além disso, eles nos falam dos projetos da Companhia de Teatro para 2021 e 2022, a vontade de produzir Macbeth do dramaturgo inglês William Shakespeare, a parceria com outro grupo de teatro da América Latina em um trabalho a partir da obra do dramaturgo alemão Bertolt Brecht e a continuidade de Capitão Fracasso.

Para ouvir o podcast na íntegra acesse o link a seguir: https://spoti.fi/2WlFtxe

Conheça a Companhia de Teatro no Facebook, Instagram e YouTube.

O Podcast Residência Artística é um projeto que pretende disponibilizar mensalmente no Spotify conteúdos em áudio relacionados ao desenvolvimento da pesquisa e experimentação das artes visuais, dança, performance, teatro, música e literatura. A proposta surgiu para ampliar a programação online do espaço, oferecer ao público da internet uma discussão sobre o estudo das artes, além de dar visibilidade aos residentes da casa, que foram lançados em novas rotinas de pesquisa. Os convidados terão espaço para dialogarem sobre essa imersão, seus processos criativos, suas experiências, trajetórias, produções artísticas e resultados.

Podcast Residência Artística
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Concurso para Professor Adjunto A – Nível 1 – do Departamento de Artes Plásticas – Dedicação Exclusiva – Área de Conhecimento: Pintura

ÁREA DE CONHECIMENTO: Pintura

VAGA: 1 (uma)

CLASSE DE MAGISTÉRIO e REGIME DE TRABALHO: Classe A com denominação de Professor Adjunto A nível 1 – Regime de Trabalho – Dedicação Exclusiva

NÍVEL DE ESCOLARIDADE: Doutorado em Artes Visuais ou áreas afins;

PERFIL DO CANDIDATO: Professor de Artes e Artista Visual com conhecimento prático e teórico nas modalidades técnicas da pintura, e produção artística comprovada por meio de portfólio, a ser avaliado na Prova de Títulos.

PROVAS:

FASE 1: PROVA ESCRITA COM CARÁTER ELIMINATÓRIO

FASE 2: PROVA DE TÍTULOS E PROVA DIDÁTICA

EDITAL:  726, de 25 de outubro de 2019, publicado no Diário Oficial da União do dia 31 de outubro de 2019, Seção 3, páginas 64 a 67.

Links

Edital Nº 726, de 25 de outubro de 2019

Portaria Nº 1952, de 24 de março de 2020

Edital Nº 1423, de 15 de setembro de 2021

Barema

Programa da prova escrita

Blibliografia

Resolução nº 13/2010, de 11 de Novembro de 2010

Resolução Complementar nº02/2013, de 07 de Fevereiro de 2013

Decreto nº 9.739, de 28 de Março de 2019

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