Inscrições de candidatos para o exame de seleção do Programa de Monitoria da Graduação

A Chefe do Órgão Acadêmico Responsável do Departamento de Fotografia e Cinema, Professora Patrícia Gomes de Azevedo, faz saber que, no período de 30/07/2020 a 06/08/2020, de 12:00:00 às 16:00:00 horas, o(a) Departamento de Fotografia e Cinema (FTC) receberá as inscrições de candidatos para o exame de seleção do Programa.

Prazo: 30/07/2020 a 06/08/2020

Edital de Seleção de Estudantes

Revista PÓS recebe trabalhos sobre o papel como suporte da arte e da informação

Texto: Assessoria de Imprensa da UFMG

A revista PÓS, vinculada ao Programa de Pós-graduação em Artes da Escola de Belas Artes (PPG-Artes) da UFMG, está recebendo trabalhos até 15 de outubro, através do site https://periodicos.ufmg.br/index.php/revistapos. Em sua 21ª edição, a publicação terá como tema principal o papel como suporte da arte e da informação. O dossiê será composto por artigos que versem em torno das problemáticas da produção, circulação, conservação e restauração, considerando as perspectivas da Arte, da História e da Preservação nas suas mais diversas abordagens, como os estudos sobre técnicas, práticas ou materiais.

A presença, uso e permanência do papel nas sociedades do século XV ao XXI estará no centro da discussão para criar um veio interdisciplinar capaz de unir olhares diversos sobre o tema. Diante disso, os tópicos de interesse incluirão: história da fabricação, comércio e uso do papel no ocidente; materiais que interagem com o papel, como tintas, adesivos, revestimentos, cargas, etc.; história da preservação de documentos gráficos – manuscritos, impressos, obras de arte, avulsos, encadernados; novas técnicas e materiais para restauração de obras de arte sobre papel; o papel como suporte da escultura – transformações de dimensionalidade; discussões conceituais em torno da tinta sobre o papel; colecionismo e colecionadores de documentos e arte gráfica.

Os temas acima não excluem outras abordagens em que o papel tenha a centralidade. A proposta visa propiciar um diálogo aberto de pesquisadores no campo acadêmico, prático e artístico para que apresentem suas pesquisas e reflexões recentes inéditas. O número contempla também uma seção aberta de temática livre.

A revista recebe apenas contribuições originais, que não tenham sido publicadas anteriormente, integralmente ou em partes, sob nenhuma forma de mídia impressa ou eletrônica. São aceitos somente artigos de autoria individual de doutorandos vinculados a instituições nacionais e internacionais ou doutores. Mestrando que desejem publicar devem fazê-lo em coautoria com seu orientador.

Manutenção da vigência da Portaria nº 013/2020/DIR/EBA-UFMG – Atenção ao uso das dependências da EBA para atividades presenciais eventuais

Prezados Membros da Comunidade da EBA – Docentes, Taes e Estudantes,
 
Informamos que estamos mantendo vigente a Portaria nº 013/2020/DIR/EBA-UFMG, uma vez que as decisões da Reitoria da UFMG e dos órgãos de deliberação superiores da Universidade estão de acordo com o que dispomos no início da pandemia com relação, especialmente, à atenção especial ao uso das dependências da EBA para atividades presenciais eventuais.
 
Dessa forma, reforçamos que nesse contexto excepcional da pandemia já estão previamente autorizadas pela Diretoria da EBA a delegação à Diretoria do Cecor, Chefias, Coordenações e Responsáveis por Setores Técnicos para procederem à aprovação de enquadramento de demandas e de atividades em serviços essenciais.
Reforçamos que essa decisão proferida nesta Portaria é para darmos celeridade e autonomia administrativa aos diversos contextos locais da Escola, conhecendo-se de perto as necessidades e evitando-se demora nas autorizações de acessos eventuais, nesse momento que são exigidas condições excepcionais e rigor de biosegurança no acesso presencial à instituição.
Destacamos, especialmente, o seguinte:
PARA O DESEMPENHO DE ATIVIDADES ADMINISTRATIVAS E ACADÊMICAS:

3.6. Ficam delegadas competências para a realização de enquadramento de demandas e de atividades em serviços essenciais à Diretoria do CECOR, Chefias de Departamentos,
Coordenações de Colegiados de Curso de Graduação e de Pós-Graduação, Chefias de Seções Administrativas e aos Servidores Responsáveis pela Biblioteca, Seção de Ensino,

Seção de Almoxarifado e Patrimônio e Setor de Tecnologia da Informação, no âmbito direto da gestão administrativa ou acadêmica exercida regularmente na Unidade.
PARA O USO DA ESTRUTURA E INFRAESTRUTURA:
3.10) O acesso de pessoas às dependências físicas da Escola fica sujeito ao cumprimento de serviços essenciais.
3.15) Em caráter excepcional a entrega ou recebimento de materiais, documentos, processos físicos e congêneres, bem como o suporte operacional, técnico ou administrativo para qualquer Seção, Setor ou Servidor da EBA, fica permitida apenas com o agendamento prévio e o entendimento prévio entre todas as partes envolvidas, direta e indiretamente, respaldado pelo devido enquadramento em serviços essenciais.
Dessa forma, havendo necessidade de acesso presencial à EBA peço que requeiram por e-mail às autoridades elencadas acima no item 3.6, para obterem a devida autorização de acesso à EBA para o cumprimento de serviços essenciais.
Além disso, por cautela e para melhor organização da movimentação na Unidade, pedimos também que programe por e-mail a sua ida à Escola com o conhecimento da Chefia da SLOP, endereço <slop@eba.ufmg.br> de maneira que a SLOP possa observar as movimentações previstas para a data que escolher, evitando-se aglomerações e que sejam tomados todos os cuidados sanitários exigidos neste momento.
Estamos à disposição para esclarecer dúvidas.
Atenciosamente,
Prof. Cristiano Gurgel Bickel
Diretor da Escola de Belas Artes
Prof. Adolfo Cifuenetes
Vice-Diretor da Escola de Belas Artes

 

UFMG propõe protocolo de biossegurança, adequação de espaços e monitoramento da covid

Texto: Itamar Rigueira Jr.

Higienização constante de mãos e equipamentos, adaptação de espaços semiabertos nos campi para a realização de aulas, notificação de casos suspeitos e confirmados na comunidade universitária – seguida das medidas necessárias para evitar a disseminação do novo coronavírus – são parte de uma série de recomendações que compõem a proposta de Protocolo de biossegurança, adequação do espaço físico e monitoramento da covid-19 na UFMG.

Elaborado por especialistas da Universidade, que formaram grupos de trabalho para cada um dos três grandes temas, o documento visa orientar o planejamento da retomada de atividades presenciais por parte das unidades acadêmicas e administrativas, as medidas relativas às atividades essenciais, como as pesquisas destinadas ao combate à covid-19, e ações emergenciais, como o esforço de resgate do acervo do Museu de História Natural e Jardim Botânico, atingido por um incêndio, em 15 de junho.

Uma comissão formada no âmbito Conselho Universitário, com participação de servidores docentes e técnico-administrativos em educação e estudantes, fará o acompanhamento do processo de implantação de suas diretrizes.

O protocolo enfatiza que ainda não há previsão de data para retorno da comunidade aos campi – que dependerá das condições apropriadas e da liberação das autoridades do estado e do município – e que essa volta será gradual e extremamente cuidadosa. Além disso, diz o documento, mesmo depois da retomada, “as atividades remotas ainda deverão ser mantidas por meses para reduzir a circulação de pessoas na Universidade”. A UFMG está reiniciando o primeiro período letivo de 2020 por meio do ensino remoto emergencial.

“O processo de enfrentamento da pandemia é longo e exige o cumprimento de várias etapas. A elaboração do protocolo é uma delas”, afirma a reitora Sandra Regina Goulart Almeida. Ela salienta que o documento não pode ser interpretado como um “sinal verde” para o retorno das atividades presenciais – “a maior parte delas continuará sendo executada a distância” –, mas como parte essencial de um processo gradual, organizado e responsável de planejamento para quando a retomada for autorizada. “Esse documento reúne diretrizes que nos possibilitarão planejar, quando autorizado pelas instâncias sanitárias, o retorno com a máxima segurança possível”, sustenta a reitora.

De acordo com a professora Cristina Alvim, coordenadora do Comitê Permanente de Enfrentamento da Covid-19, a elaboração do protocolo antes que se possa sequer prever a volta de professores, estudantes e servidores técnico-administrativos em educação aos campi baseia-se na preocupação com o prazo para o planejamento necessário. “Será preciso providenciar uma série de adaptações, alocar recursos, produzir campanhas educativas. O processo de planejamento exige tempo e organização”, afirma Cristina, lembrando que a produção dos grupos de trabalho se apoiou em conhecimento acumulado sobre a pandemia, que cresce exponencialmente.

Posturas coletivas e individuais

Na área da biossegurança e das medidas de caráter sanitário, o protocolo começa tratando de procedimentos no acesso aos prédios. Na chegada, é sugerido que as pessoas sejam orientadas sobre o uso correto das máscaras faciais e a necessidade de evitar aglomerações e saudações com contato físico, por exemplo.

O protocolo recomenda que haja indicações para a circulação segura em áreas comuns, que os elevadores sejam utilizados apenas em situações excepcionais e que sejam instalados equipamentos para a higienização das mãos na entrada dos edifícios e em outros pontos estratégicos.

A virologista e professora Erna Kroon, do Instituto de Ciências Biológicas, que coordenou o GT de biossegurança, afirma que o uso dos banheiros também é tema de recomendações importantes. No momento da descarga, o tampo da privada deverá estar fechado, para evitar a contaminação do ambiente, e o papel higiênico ficará disponível fora das cabines, também para prevenir contaminação. “Recomendamos também medidas de postura pessoal como manter cabelos presos, preferir calçados fechados e não usar adornos como anéis, colares e relógios, que são focos potenciais de contaminação”, relata.

Os protocolos de biossegurança incluem ainda, entre outros tópicos, treinamento das pessoas que trabalham com limpeza, disponibilidade de equipamentos de proteção individual e produtos de higienização, além de desinfecção e regras para utilização dos ônibus internos, no caso do campus Pampulha. “A população da UFMG é formada, em sua maioria, por pessoas que têm noção da importância das medidas de segurança. Esperamos adesão de todos, em favor da redução de riscos e da manutenção da saúde da comunidade”, diz Erna Kroon, acrescentando que podem ocorrer mudanças eventuais nos protocolos à medida que surjam novas informações e evidências científicas. O GT foi composto também por professores da Medicina, Enfermagem, Farmácia, Veterinária, Odontologia, do Departamento de Química e da Escola de Educação Física, Fisioterapia e Terapia Ocupacional.

Espaços ventilados

O cenário projetado para a volta gradual às atividades presenciais – a ser definido quando houver sinalização por parte das autoridades sanitárias –, nos campi da UFMG não permite imaginar, por exemplo, a utilização de salas de aula em sua capacidade máxima, e ainda não se recomenda o uso de auditórios sem janelas, com ar-condicionado. Uma das soluções propostas pelo GT que se dedicou à adequação de espaços físicos é a utilização de ambientes bem ventilados e relativamente protegidos de sol e chuva, como os pilotis dos centros de atividades didáticas do campus Pampulha e áreas comuns de outras unidades. “Trata-se de solução eficiente e de execução simples e barata”, justifica o professor Mauricio Campomori, da Escola de Arquitetura, que coordenou o GT para adequação de espaços físicos.

O grupo de trabalho, formado por professores da Arquitetura e técnicos do Departamento de Planejamento e Projetos, da Pró-reitoria de Administração, recomenda também o recurso amplo à comunicação gráfica para orientação sobre o uso das salas de aula. Um exemplo: enquanto só for possível utilizar parte das carteiras, para garantir distância mínima entre os estudantes, pequenos cartazes com textos e ilustrações vão identificar os locais interditados. A referência é a ocupação de 50 metros quadrados por 15 pessoas, mantendo-se distância entre elas de dois metros.

Os especialistas recomendam estabelecer, se necessário, rodízios em base diária para a ocupação das salas de aula, assim como escalas de horário; reduzir a circulação simultânea de pessoas; evitar mistura de turmas, trocas de salas, compartilhamento de materiais e equipamentos, para facilitar procedimentos de higienização dos ambientes e objetos; considerar a adoção de escalonamento de horários para entradas, saídas e intervalos, evitando o uso simultâneo das dependências.

Cartilhas com forte apelo gráfico estão sendo produzidas para orientação à comunidade. “Nossa preocupação é elaborar diretrizes de fácil compreensão para a grande maioria das pessoas, que não está acostumada a lidar com remanejamento espacial”, afirma Mauricio Campomori. Em sua avaliação, as adaptações no espaço dependerão mais de trabalho e organização que de investimentos vultosos.

Vigilância e acolhimento

No processo de retorno lento e escalonado às atividades presenciais na UFMG, será inevitável que apareçam, na comunidade universitária, casos de contaminação pelo novo coronavírus. Por isso, parte do protocolo elaborado para orientar a volta aos campi prevê análise constante do quadro da situação epidemiológica na cidade e no estado, vigilância rigorosa para detecção de casos e controle de surtos, assim como campanha de divulgação de fluxos de prevenção e conduta para pessoas com sintomas de covid-19. O esforço principal, como se lê no protocolo, será evitar que pessoas com sintomas da doença ou em contato com pessoas infectadas circulem nos espaços físicos da universidade.

A terceira seção do documento também preconiza cuidados com as pessoas em situação de maior vulnerabilidade, que poderão trabalhar ou estudar remotamente. Essas pessoas, salienta o GT, poderão não se sentir seguras para retornar às atividades presenciais, mesmo com todos as cautelas. “É preciso ter sempre em mente que não há como garantir, sem uma vacina eficaz, risco mínimo ou negligenciável”, diz a professora Cristina Alvim, coordenadora do grupo de trabalho.

O protocolo destaca que o monitoramento será apoiado em acompanhamento constante dos indicadores epidemiológicos e da ocupação do sistema de saúde e na transparência das informações. O objetivo é responder prontamente às recomendações das autoridades. O documento salienta também a importância de dispor de sistemas de identificação e monitoramento sólidos e de modelos que orientem o fechamento e a reabertura de setores, em caso de recorrência de contaminação pelo Sars-CoV-2.

Ações planejadas

A reitora Sandra Goulart Almeida ressalta que a UFMG procurou se pautar por ações planejadas para enfrentar várias implicações da pandemia. “Ainda em março, antes mesmo da OMS [Organização Mundial de Saúde] atribuir à covid-19 a condição de pandemia, já havíamos instituído um comitê de enfrentamento, que tem desempenhado papel fundamental nessa travessia e assessorou a formulação desse protocolo. Em outra frente, buscamos prover condições para o ensino remoto emergencial. Mapeamos as condições de acesso digital de nossos estudantes e formulamos uma política para suprir as carências”, conclui a reitora.

Tutoriais para o Ensino Remoto Emergencial

Texto: Diretoria de Inovação e Metodologias de Ensino – GIZ/UFMG e Diretoria de Tecnologia da Informação

Prezado(a) estudante,
Este material foi elaborado por estudantes, bolsistas da Diretoria de Inovação e Metodologias de Ensino – GIZ/UFMG, com o objetivo de auxiliar outros estudantes que utilizam a plataforma Moodle para estudar. Aqui você encontrará o básico para navegar nessse Ambiente virtual de  Aprendizagem. Esperamos que possa ajudar!

Tutorial Moodle para Estudantes

Além disso, A UFMG decidiu que irá usar a plataforma Microsoft Teams, além do Moodle, para as atividades remotas. Assim, o Tutorial abaixo, produzido pela Diretoria de Tecnologia da Informação e o CECOM, pode ajudar nos primeiros acessos a plataforma:

Tutorial para acesso ao Microsoft Office 365

Bons estudos.

Colação de Grau para o dia 28/07 – Curso de Teatro

Informamos que a Solenidade de Colação de Grau dos Formandos e Formandas do Curso de Teatro será realizada no dia 28 de julho de 2020, terça-feira, a partir das 14 horas, por meio de videoconferência.

As pessoas interessadas em participar desta solenidade como ouvintes devem solicitar a sua liberação de acesso, através do e-mail da Diretoria da EBA <dir@eba.ufmg.br>, informando o seu nome completo, e-mail, vínculo com a instituição e o nome do formando(a) que o(a) convidou, para que possa ser providenciado o seu cadastro de acesso à sala virtual.

 

Colação de Grau para o dia 23/07 – Cursos de Cinema de Animação e Artes Digitais, Dança e Design de Moda

Informamos que a Solenidade de Colação de Grau dos Formandos e Formandas dos Cursos de Cinema de Animação e Artes Digitais, Dança e Design de Moda será realizada no dia 23 de julho de 2020, quinta-feira, a partir das 14 horas, por meio de videoconferência.

As pessoas interessadas em participar desta solenidade como ouvintes devem solicitar a sua liberação de acesso, através do e-mail da Diretoria da EBA <dir@eba.ufmg.br>, informando o seu nome completo, e-mail, vínculo com a instituição e o nome do formando(a) que o(a) convidou, para que possa ser providenciado o seu cadastro de acesso à sala virtual.

 

 

UFMG anuncia nova data para o Festival de Inverno 2020

Texto: Assessoria de Comunicação da Diretoria de Ação Cultural (DAC) da UFMG

A Diretoria de Ação Cultural da UFMG confirmou que o 52º Festival de Inverno UFMG acontecerá ainda este ano. Considerado um dos mais importantes e tradicionais eventos culturais do país, o festival será realizado entre 14 e 23 de setembro, com atividades online, gratuitas e abertas para todos.

Sob o tema Mundos possíveis: culturas em pensamento, o festival pretende organizar palestras, fóruns e apresentações artísticas com transmissão ao vivo pela internet. Também está sendo preparado o lançamento de publicações digitais e de uma mostra que promoverá intervenções nas ruas de Belo Horizonte. A temática desta edição prioriza o diálogo entre pesquisadores, mestres da tradição, artistas, filósofos e estudiosos para, juntos, encaminharem a imaginação de mundos possíveis, mobilizados pelos impactos socioculturais da pandemia.

“O festival existe há 54 anos. Houve apenas dois anos em que deixou de ser realizado. Nosso objetivo é manter o festival vivo, contínuo, como um espaço de criação e pensamento conectado com as pautas emergentes e com as propostas que apontam para o futuro. O 52º festival vai acontecer, como um convite para aprofundarmos o quanto desta crise atual é resultado de concepções de mundo e valores culturais que precisam ser revistos. Um convite para pensarmos quais mundos possíveis podem emergir com a revisão desses valores e atitudes”, expressa o diretor de Ação Cultural da UFMG, Fernando Mencarelli.

O evento estava previsto para ocorrer ente 14 e 21 de julho. A equipe curatorial já havia iniciado o seu planejamento quando, em março, a Organização Mundial da Saúde (OMS) declarou a pandemia do novo coronavírus. Foi preciso, então, reformular o evento.

“Ele sempre teve essa característica de se reinventar, de ter espaço para encontrar formas e ideias para moldar o novo: temas, linguagens e discussões no âmbito das artes e da cultura. Não podia ser diferente esse ano, diante dessa conjuntura que impõe vários desafios para o território cultural no mundo todo. Além de trazer essa discussão para o centro, estamos buscando novos modos de utilizar a tecnologia, não só para viabilizar as discussões, mas em relação às próprias criações artísticas que vão compor a grade do festival”, explica Mencarelli.

A programação completa será divulgada em breve. Acompanhe pelas redes sociais do evento: www.facebook.com/festivalufmg e www.instagram.com/festival_ufmg.

54 anos, 52 edições

A primeira edição do Festival de Inverno UFMG foi realizada em 1967, em Ouro Preto. Pioneiro no país como festival plural, seus idealizadores foram os professores Haroldo Matos, da Escola de Belas-Artes da UFMG, Berenice Menegale e Maria Clara Dias Paes, da Fundação de Educação Artística. O evento durava cerca de um mês, oferecendo cursos e oficinas em diversas áreas da cultura, e favorecendo o nascimento de grupos artísticos como Galpão, Uakti e Giramundo, entre outros.

Ouro Preto acolheu o festival até 1979. No ano seguinte o evento não foi realizado, devido à forte repressão política e censura às artes no Brasil. Suas edições seguintes ocorreram na cidade de Diamantina. Em 1984, devido a uma greve geral na UFMG, o Festival deixou de acontecer.

Diamantina voltou a sediá-lo em 1985, mas em 1986 e 1987, a cidade de São João del-Rei foi o cenário do evento. Já com um caráter itinerante, a 20ª edição do festival, em 1988, aconteceu em Poços de Caldas. Entre 1989 e 1992, foi a vez de Belo Horizonte acolher o evento. O festival retornou a Ouro Preto e, depois, Diamantina, voltando de vez para a capital mineira somente em 2014.

Solenidade de Colação de Grau dos Formandos e Formandas dos Cursos de Artes Visuais e Conservação e Restauração de Bens Culturais Móveis

Informamos que a Solenidade de Colação de Grau dos Formandos e Formandas dos Cursos de Artes Visuais e Conservação e Restauração de Bens Culturais Móveis será realizada no dia 21 de julho de 2020, terça-feira, a partir das 14 horas, por meio de videoconferência.

As pessoas interessadas em participar desta solenidade como ouvintes devem solicitar a sua liberação de acesso, através do e-mail da Diretoria da EBA <dir@eba.ufmg.br>, informando o seu nome completo, e-mail, vínculo com a instituição e o nome do formando(a) que o(a) convidou, para que possa ser providenciado o seu cadastro de acesso à sala virtual.