DE PEJIS MONTADOS A SANTOS NEGADOS, A MEMÓRIA ESCULTÓRICA DE UM XANGÔ QUEBRADO

Autores

Palavras-chave:

Coleção Perseverança, Imaginária Popular, Arte Afroalagoana, Quebra de Xangô, Escultura Popular

Resumo

Há um artista anônimo. Uma assinatura pela marca do entalhe e da devoção. Há riscos em santos e em materiais sagrados, nos terreiros de religiões de matrizes africanas e nos altares católicos. Este artigo, parte da apresentação pública no XIII Congresso Internacional da Escultural Devocional (CEIB, Penedo, Alagoas, 10 de outubro 2024), narra algumas evidências religiosas e estéticas presentes na Coleção Perseverança, especificamente em algumas de suas esculturas que representam a memória de religiosos que foram atacados em fevereiro de 1912, no estado de Alagoas.

Biografia do Autor

Anderson Diego da S. Almeida, UFAL

Professor de História da Arte na Universidade Federal de Alagoas (UFAL). Pós-doutor em História da Arte (PPGHA/Unifesp). Leciona nos cursos de graduação na área de arte da UFAL e no mestrado acadêmico em História (PPGH) e na Especialização em Arte e Sociedade, ambos pela mesma universidade. É membro do Comitê de Investigacion em Design da Universidade de Palermo, Argentina. Autor do livro Narrativa Imagética da Coleção Perseverança (Editora Graciliano Ramos/EDUFAL, 2018). Pesquisa objetos e coleções de terreiro, imagem na arte brasileira e performances visuais afro-alagoanas.

Lattes: http://lattes.cnpq.br/9288777054839304. Orcid: https://orcid.org/0000-0002-5667-910X.

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Publicado

2026-01-03

Edição

Seção

ARTIGOS DE AUTORES CONVIDADOS