SANTA VERÓNICA:

¿FICCIÓN O REALIDAD?

Autores/as

Palabras clave:

Verónica, Vera Icono, O vos omnes, Velo de Verónica, Leyenda.

Resumen

Este artículo presenta los resultados de una investigación sobre la figura de Santa Verónica, a menudo llamada simplemente Verónica, iniciada con el análisis de una escultura en una tumba del cementerio Bonfim en Belo Horizonte. La pieza central de la tumba, flanqueada por dos niños, fue estudiada iconográfica e históricamente. A pesar de las búsquedas, no se halló información sobre la difunta ni su familia, ni sobre su relación con la imagen. Se investigaron otras esculturas en Minas Gerais, encontrándose únicamente una en la Basílica del Buen Jesús de Matosinhos, en Congonhas. Los estudios iconográficos revelaron que Verónica es considerada una figura legendaria, sin pruebas de existencia histórica, lo que llevó al Vaticano a ordenar la retirada de su imagen de las iglesias. Sin embargo, su representación perdura en la tradición cristiana, en el Vía Crucis y la Semana Santa en Brasil y otros países. En el contexto brasileño, el «Canto de Verónica», una de las escenas más conmovedoras y representadas del Vía Crucis, se ha consolidado como un elemento central de la devoción popular.

Biografía del autor/a

Agesilau Neiva Almada

Conservador-restaurador de Bens Culturais Móveis, graduado pela Escola de Belas Artes da Universidade Federal de Minas Gerais (EBA/UFMG), complementado pela graduação sanduíche em Conservación y Restauración del Patrimonio Cultural pela Escuela de Conservacion y Restauracion de Occidente (ECRO) (México), com ênfase em cerâmica arqueológica. Mestre e doutorando pelo Programa de Pós-Graduação em Artes (PPGArtes/EBA/UFMG) na linha de Preservação do Patrimônio Cultural, com pesquisa sobre esculturas sacras em cerâmica centrada na obra de Frei Agostinho da Piedade (século XVII). Atua nas áreas de conservação e restauração de cerâmica, pintura de cavalete, escultura policromada, papel, conservação preventiva e documentação científica por imagem. Primeiro secretário do Centro de Estudos da Imaginária Brasileira (Ceib) e integrante do Grupo de Pesquisa CNPq Imagem e Preservação. Lattes: http://lattes.cnpq.br/0381490727174184. Orcid: https://orcid.org/0000-0002-9408-1854.

Beatriz Ramos de Vasconcelos Coelho, EBA - UFMG

Professora Emérita da EBA/UFMG. Graduada em Belas Artes pela Escola Guignard – atual Universidade do Estado de Minas Gerais (UEMG) –, com especialização em Conservação e Restauração de Bens Culturais Móveis. Idealizadora e Coordenadora do curso de especialização e do Centro de Conservação e Restauração de Bens Culturais Móveis (Cecor) da EBA/UFMG. Fundadora e ex-presidente do Centro de Estudos da Imaginária Brasileira (Ceib), atualmente exerce o cargo de presidente de honra. Possui ampla experiência em conservação e restauração de bens culturais móveis e integrados, com ênfase em escultura policromada, imaginária religiosa. Realizou formação complementar na Espanha e no México. Coordenou a restauração de obras relevantes do patrimônio mineiro, incluindo pinturas de Manoel da Costa Ataíde e Candido Portinari. Foi diretora da Escola de Belas Artes (EBA) da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) por 5 anos. Lattes: http://lattes.cnpq.br/1995961914706579. Orcid: https://orcid.org/0000-0003-2958-7872.

Publicado

2026-01-03

Número

Sección

ICONOGRAFIA