Pinturas de Miguel Gontijo na Casa Fiat de Cultura
Biblioteca Central da UFMG recebe a exposição “Casa Segredo” a partir do dia 13 de junho
A mostra “Desenvolvimento” retorna aos saguões da Biblioteca Central da UFMG neste mês de junho, com a exposição “Casa Segredo”. O projeto, de curadoria do professor Fabrício Fernandino, traz trabalhos dos formandos do Atelier de Escultura da Escola de Belas Artes da UFMG. Neste ano, a artista plástica Michelle Paixão convida a comunidade acadêmica para conferir sua obra, centrada na importância da casa na intimidade humana. “Casa Segredo” será exibida do dia 13 a 26 de junho, no primeiro andar da Biblioteca Central, de 7h30 às 22h.
Foto: Lívia Araújo
Resgatando a memória do trabalho de sua avó, um presépio repleto de casas de papel que representavam sua cidade natal, Michelle buscou inspiração no seio de sua família. Casas se tornaram uma obsessão para a artista, ela conta. Por ter nascido e crescido em uma casa de boas lembranças e um grande quintal no bairro Alípio de Melo, na região da Pampulha, seu vínculo com o tema é forte.
“Minhas casas são pequenas ilhas intocadas, sem portas nem janelas, que guardam o segredo das relações humanas dentro delas”, diz Michelle.
Foto: Michelle Paixão
Trabalhando principalmente com cimento, material utilizado pela ligação com a durabilidade e resistência, as peças evocam diferentes modelos de casa. Assim, formam a primeira parte da mostra, intitulada “Imagens Reversas”. Outro destaque da exposição são os painéis de telhados, “Segredos”, que escondem a intimidade de quem habita seu interior. Laços e nós ligam diferentes lares na série “Entre nós”, que se formam como querem entre as casas de cimento. Além disso, Paixão experimenta com tiras de metal que eternizam sua evolução no curso de Escultura da EBA UFMG.
A mostra ilustra o progresso dos alunos ao final do curso, após dois anos de aprendizado no Atelier de Escultura. Fabrício Fernandino destaca a importância dessa experiência para a formação dos alunos, através do projeto “Desenvolvimento”. “Com essas atividades, é possível ensinar a organizar e elaborar um projeto, desenvolver a programação visual, montar, iluminar e registrar, além de criar a oportunidade de uma avaliação dos trabalhos com a qualidade das obras expostas”, diz.
Paralisação Nacional em 10 de junho, sexta.
A Biblioteca da Escola de Belas Artes comunica que excepcionalmente nesta sexta, dia 10 de junho de 2016, estará FECHADA em função da Paralisação Nacional dos Técnico-Administrativos em Educação.
Na segunda feira, dia 13 de junho, voltaremos com o horário normal.
http://sindifes.org.br/noticia/101042/
Instituto Tomie Ohtake recebe uma das mostras mais completas de Pablo Picasso no Brasil
São 153 trabalhos do artista espanhol, entre quadros, esculturas, desenhos, gravuras, peças de cerâmica e fotografias
Entre os dias 22 de maio e 14 de agosto, o Instituto Tomie Ohtake recebe uma das maiores exposições já montadas em São Paulo dedicada exclusivamente à trajetória de Pablo Picasso como artista. Os 153 trabalhos do artista espanhol, entre quadros, esculturas, desenhos, gravuras, peças de cerâmica e fotografias, vem inteiramente do Musée Picasso, de Paris.
A venda online de ingressos fica disponível pelo site ingresse.com e na bilheteria do instituto, de terça à domingo, das 10h às 19h. O ingresso custa R$ 12 (inteira) e R$ 6 (meia entrada). Crianças até 10 anos, cadeirantes e deficientes físicos têm entrada Livre. Às terças-feiras, a entrada é gratuita para todos visitantes, mediante retirada de senhas.
“Picasso: mão erudita, olho selvagem” tem curadoria de Emilia Philippot, curadora também do Musée National Picasso-Paris, e é composta em sua grande maioria por peças inéditas no Brasil. Elas traçam um percurso cronológico e temático em torno de conjuntos que seguem as principais fases do artista, desde os anos de formação até os últimos de produção.
São 116 trabalhos do mestre espanhol – 34 pinturas, 42 desenhos, 20 esculturas e 20 gravuras –, além de uma série de 22 fotogramas de André Villers realizados em parceria com Picasso. Completam a mostra 12 fotografias de autoria de Dora Maar, três de Pirre Manciet e filmes sobre os trabalhos e seus processos de realização.
“Escolhemos aproveitar o caráter específico da coleção para esboçar um retrato do artista que questiona sua relação com a criação, entre fabricação e concepção, implantação e pensamento, mão e olho”, destaca Philippot.
Fonte : https://catracalivre.com.br/sp/agenda/barato/instituto-tomie-ohtake-recebe-uma-das-mostras-mais-completas-de-pablo-picasso-no-brasil/
Dilma sanciona lei que coloca dança, artes visuais e teatro no currículo do ensino básico
Dilma sancionou a Lei 13278/16 que inclui, de forma obrigatória, a disciplina de artes do ensino básico brasileiro. Temas de dança, artes visuais e teatro deverão ser incorporados ao currículo da disciplina. Antes a lei só previa música. As regras propostas pelo projeto valem tanto para escolas públicas quanto particulares.
De acordo com a lei, os sistemas de ensino terão prazo de cinco anos para implantar as mudanças. Esse período servirá para que os sistemas promovam a adequada formação de profissionais em número suficiente para atuar na educação básica.
A educação básica é o primeiro nível do ensino escolar no Brasil. Compreende três etapas: a educação infantil (para crianças com até cinco anos), o ensino fundamental (para alunos de seis a 14 anos) e o ensino médio (para alunos de 15 a 17 anos).
Íntegra da Lei:
A PRESIDENTA DA REPÚBLICA Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte Lei:
Art. 1º O § 6º do art. 26 da Lei no 9.394, de 20 de dezembro de 1996, passa a vigorar com a seguinte redação:
Art. 26…
…
§ 6º As artes visuais, a dança, a música e o teatro são as linguagens que constituirão o componente curricular de que trata o § 2º deste artigo.
… (NR)
Art. 2º O prazo para que os sistemas de ensino implantem as mudanças decorrentes desta Lei, incluída a necessária e adequada formação dos respectivos professores em número suficiente para atuar na educação básica, é de cinco anos.
Art. 3º Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação.
Brasília, 2 de maio de 2016; 195o da Independência e 128º da República.
DILMA ROUSSEFF
Aloizio Mercadante
João Luiz Silva Ferreira
Este texto não substitui o publicado no DOU de 3.5.2016
Fonte : http://wagnerfrancesco.jusbrasil.com.br/noticias/332998870/dilma-sanciona-lei-que-coloca-danca-artes-visuais-e-teatro-no-curriculo-do-ensino-basico. Acesso em : 09 maio 2016.
III Mostra NiL de fotografia Pinhole – EBA
A anacronia do presente
Em livro publicado pela Editora UFMG, Didi-Huberman propõe arqueologia crítica da história da arte com base nas relações entre imagem e tempo
Ewerton Martins Ribeiro
Georges Didi-Huberman é um dos pensadores mais influentes no campo de estudos que se situa no cruzamento entre estética, filosofia e história da arte. Nas ciências humanas brasileiras, especificamente, assim como na área de linguística, letras e artes, sua leitura se popularizou com traduções publicadas pelas editoras 34 e Contraponto e se intensificou especialmente a partir de 2011, com a publicação deSobrevivência dos vaga-lumes, pela Editora UFMG.
O livrinho – que mobiliza uma postura de esperança face ao contemporâneo – fez-se um pequeno petardo ao propor reflexões que interessam a pesquisadores de áreas distintas (das belas-artes à história, da filosofia à literatura) e ao estabelecer um diálogo atualizado com intelectuais de diferentes gerações, como Walter Benjamin, Pier Paolo Pasolini e Giorgio Agamben.
Agora, cinco anos depois de Sobrevivência, a Editora UFMG dispõe nas prateleiras das livrarias brasileiras uma tradução inédita de Diante do tempo: História da arte e anacronismo das imagens, livro em que o historiador propõe uma arqueologia crítica da história da arte, partindo das relações entre imagem e tempo e dos valores de uso do tempo na história da arte.
Se no livro dos vaga-lumes Didi-Huberman investiu suas energias em defender a sobrevivência da imagem e da experiência no mundo contemporâneo (e em estabelecer os parâmetros dessa sobrevivência), em Diante do tempo, ele vai propor uma “semiologia não iconológica” para suas reflexões sobre a imagem: “uma semiologia que não fosse nem positivista (a representação como espelho das coisas), nem mesmo estruturalista (a representação como sistema de signos)”, escreve. Com isso, o crítico de arte põe em questão a própria ideia de representação, num “debate de ordem epistemológica sobre os meios e os fins da história da arte como disciplina”.
“Houve um investimento da Editora UFMG na compra dos direitos de tradução deste autor”, conta Roberto Said, vice-diretor da Editora. “Nesse sentido, já temos três novas publicações programadas: Atlas: o gaio saber inquieto, O olho da história e Quando as imagens tomam posição. Com esse investimento, a Editora UFMG provavelmente será, no Brasil, a que mais terá publicações da vasta obra do escritor”, comemora.
Futuro em mutação
Traduzido por Vera Casa Nova e Márcia Arbex, professoras da Faculdade de Letras, o livro agora publicado sugere que “sempre, diante da imagem, estamos diante do tempo” e nos propõe interrogar os objetos imagéticos do contemporâneo com olhares aguçados, perscrutando neles aquilo que, em anacronismo, eles nos contam sobre o tempo.
Na obra, Didi-Huberman vai dizer que, diante de uma imagem antiga, por mais antiga que ela seja, vemos o presente, que nunca para de se reconfigurar. Ao mesmo tempo, sentencia que, diante de uma imagem recente, por mais recente que ela seja, vemos da nossa parte o passado, que também nunca cessa de se reconfigurar, já que toda imagem só se torna pensável numa construção de memória.
Mais do que isso, Didi-Huberman nos provoca dizendo que, diante de uma imagem, seja ela antiga ou recente, vemos ainda o futuro – a ideia de futuro, em constante mutação. “Temos de reconhecer humildemente isto: que ela [a imagem] provavelmente nos sobreviverá”, diz. “Somos diante dela o elemento de passagem, e ela é, diante de nós, o elemento do futuro, o elemento da duração.”
Nesse sentido, “a imagem tem frequentemente mais memória e mais futuro que o ser que a olha”, diz Didi-Huberman, mas sem ver nesse achado um entrave para a investigação intelectual. Para o crítico, ao contrário, sendo a imagem um arcabouço anacrônico de tempos, ela se faz o objeto de excelência para a investigação do tempo presente e do seu anacronismo. Entrar em contato com essa multiplicidade temporal, assim, seria entrar “no saber que tem o nome de história da arte”, interessando-se pela arqueologia “do saber sobre a arte e sobre as imagens”.
Livro: Diante do tempo: História da arte e anacronismo das imagens
Autor: Georges Didi-Huberman
Editora UFMG
328 páginas
Bem vindos, calouros!
A Biblioteca da Escola de Belas Artes parabeniza e dá boas vindas aos calouros de 2014!
Para fazer um bom uso dos recursos e serviços da biblioteca é importante que os usuários se informem das regras, deveres e direitos do Sistema de Bibliotecas da UFMG, da qual passam a fazer parte.
Acessem o guia do usuário, onde encontrão orientações acerca do cadastro na biblioteca, empréstimo de obras, renovação pela internet, cobrança de taxas entre outras informações de interesse da comunidade usuária.
Assistam o seguinte vídeo explicativo sobre a pesquisa básica no Catálogo online:
Mais informações sobre a Pesquisa Bibliográfica encontram-se na seguinte página deste blog.
Sobre o Acervo da biblioteca, acessar esta página.
Segue uma visão geral de alguns dos serviços do Sistema de Bibliotecas da UFMG em artigo publicado no Boletim Informativo do Sistema de Bibliotecas da UFMG, nº1, ano 1, Abril/Maio 2012 :
Viver a UFMG
Universidade estimula os 4,4 mil novos alunos que chegam neste semestre a explorar todas as potencialidades oferecidas pelo ambiente acadêmico
Matheus Espíndola
“Você conquistou o direito de estar aqui e agora deve viver a UFMG.” Essa é, segundo o pró-reitor de Assuntos Estudantis, Tarcísio Mauro Vago, a mensagem-chave do evento de recepção aos 4,4 mil calouros que ingressam na UFMG no primeiro semestre de 2016. As atividades serão realizadas no auditório da Reitoria nos turnos da manhã, tarde e noite da próxima quinta-feira, dia 3 de março.
A conferência de abertura ficará a cargo do reitor, Jaime Arturo Ramírez, e da vice-reitora, Sandra Goulart Almeida, e será às 9h, com reedição às 19h. “Nossa universidade tem muito a oferecer a seu corpo discente. As atividades ofertadas não se limitam às salas de aula, laboratórios, bibliotecas e outros equipamentos. A UFMG é, sobretudo, um ambiente de trocas culturais, de experiências inovadoras e de aprendizados contínuos. Não tenho dúvida de que esse é o grande legado que o nosso estudante levará daqui. E é por isso que o estimulamos a viver o cotidiano da UFMG intensamente, em toda sua potencialidade”, afirma a vice-reitora.
Em seguida,às 9h30, e, no turno da noite, às 19h20, os calouros acompanharão a conferência Os limites do conhecimento, do professor Ado Jorio de Vasconcelos, do Departamento de Física do ICEx, reconhecido como um dos mais influentes cientistas do mundo. “Falarei sobre os limites físicos e éticos do conhecimento, sobre o seu valor e sobre como a universidade é o ambiente propício para as pessoas que buscam mergulhar nesse oceano”, afirma ele, ao antecipar a base de sua apresentação.
A roda de conversa UFMG, seu lugar, que encerra a programação nos turnos da manhã (11h) e da noite (20h30), será uma recepção afirmativa mediada por representantes das Pró-reitorias de Extensão, de Graduação e de Assuntos Estudantis. “Vamos abordar a equivalência de direitos que deve prevalecer na UFMG”, destaca Tarcísio Vago, adiantando que a Prograd apresentará resultados de pesquisas sobre o desempenho de estudantes cotistas. “Eles têm rendimento acadêmico superior à média da UFMG em quase todos os cursos”, afirma o pró-reitor.
Ainda segundo o pró-reitor de Assuntos Estudantis, um dos assuntos que serão abordados na roda de conversa está relacionado à resolução que assegura às pessoas da comunidade da UFMG, cujos nomes civis não reflitam sua identidade de gênero, o direito de incluir seu nome social nos registros, documentos e atos da vida funcional e acadêmica. A medida garante a inclusão do prenome pelo qual pessoas travestis e transexuais se identificam e são reconhecidos em suas relações sociais. Resoluções sobre direitos humanos e código de convivência discente, que tramitam atualmente no Conselho Universitário, também estarão na pauta.
Todas as atividades serão transmitidas para o Centro de Atividades Didáticas 1 (CAD 1), para o Instituto de Ciências Agrárias (ICA), em Montes Claros, e para os polos de Educação a Distância, localizados em 35 cidades do interior do estado. O conteúdo será interpretado em Libras pela equipe do Núcleo de Acessibilidade e Inclusão (NAI) da UFMG.
Nos saguões da Reitoria e do CAD 1, haverá, durante as atividades, distribuição de material da campanha de combate ao Aedes aegypti, vetor de transmissão da dengue, chikungunya e zika.
Além da sala de aula
Na série de apresentações A vida acadêmica na UFMG, os pró-reitores Ricardo Takahashi, de Graduação, Tarcísio Vago, de Assuntos Estudantis, e Benigna Maria de Oliveira, de Extensão, o diretor de Relações Internacionais, Fábio Alves, e um representante do DCE vão expor, a partir das 17h30, as possibilidades de desenvolvimento acadêmico oferecidas pela instituição.
“A UFMG oferece, sim, ao seu aluno a opção de passar os próximos anos apenas nas salas de aula, e, ao fim, ele sairá um profissional capacitado a executar as tarefas-padrão de sua profissão”, afirma o pró-reitor Ricardo Takahashi. No entanto, ressalva, a instituição tem consciência de que essa formação “é insuficiente numa trajetória acadêmica” e, por isso, proporciona uma aprendizagem vinculada à pesquisa, “acompanhando o nascimento do conhecimento novo”, à extensão e à própria atividade de ensino.
Sem trote
Atividades que envolvem agressões físicas e morais ou que as incentivam, entre membros da comunidade universitária, não são permitidas na UFMG. Especialmente em momentos de chegada de novos alunos, a recomendação é que todos se informem sobre as normas da instituição e evitem situações de humilhação e agressão a colegas. Denúncias de abusos à Ouvidoria podem ser feitas pelo telefone (31) 3409-6466 ou pelo e-mail.
A UFMG mantém página na internet que define trote e suas penalidades e divulga na íntegra a norma que rege a prática na instituição.
Calouros no 1º semestre
3.325 com entrada pelo Sisu em Belo Horizonte
240 entraram pelo Sisu em Montes Claros
281 matriculados em cursos de habilidades específicas
562 nas modalidades de transferência e obtenção de novo título